Sindicato repudia calote da Prefeitura de GuarulhosCrédito: ARquivo Agência Sindical

(E aciona Jurídico em defesa dos Servidores)

A Prefeitura de Guarulhos volta a lesar Servidores. Agora, é calote no pagamento do abono de férias (1/3 do valor do benefício, conforme a Constituição) e também no chamado pecúnio (“férias vendidas”, 10 dias). Quem saiu de férias não recebeu o abono e quem “vendeu” os 10 dias não viu a cor do dinheiro.

O Sindicato dos Servidores Municipais (Stap) denuncia o calote e toma providências. “A primeira medida é acionar nosso departamento jurídico já a partir desta quarta”, avisa Pedro Zanotti Filho, presidente da entidade.

Os prejudicados devem comparecer ao Stap, à avenida Esperança, 840, Vila Progresso, a partir de amanhã (7), das 9 ao meio-dia, portando o holerite que registre as férias e/ou o pecúnio.

Greve - O maior contingente de prejudicados está na Educação, até em razão das férias escolares. Mas o prejuízo é generalizado na base, informa o Sindicato. Segundo o presidente Pedro, “os Servidores cogitam entrar em greve caso o pagamento não seja feito de pronto”.
 

 Sindicato repudia calote da Prefeitura de GuarulhosCrédito: ARquivo Agência Sindical

(E aciona Jurídico em defesa dos Servidores)

A Prefeitura de Guarulhos volta a lesar Servidores. Agora, é calote no pagamento do abono de férias (1/3 do valor do benefício, conforme a Constituição) e também no chamado pecúnio (“férias vendidas”, 10 dias). Quem saiu de férias não recebeu o abono e quem “vendeu” os 10 dias não viu a cor do dinheiro.

O Sindicato dos Servidores Municipais (Stap) denuncia o calote e toma providências. “A primeira medida é acionar nosso departamento jurídico já a partir desta quarta”, avisa Pedro Zanotti Filho, presidente da entidade.

Os prejudicados devem comparecer ao Stap, à avenida Esperança, 840, Vila Progresso, a partir de amanhã (7), das 9 ao meio-dia, portando o holerite que registre as férias e/ou o pecúnio.

Greve - O maior contingente de prejudicados está na Educação, até em razão das férias escolares. Mas o prejuízo é generalizado na base, informa o Sindicato. Segundo o presidente Pedro, “os Servidores cogitam entrar em greve caso o pagamento não seja feito de pronto”.