Trabalhadores da Magic Toys do Brasil conquistam 2,05% de reajusteCrédito: Arquivo

Nesta quinta-feira (22) os trabalhadores e trabalhadoras da Empresa Magic Toys do Brasil aprovaram o acordo com negociado pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras nas Indústrias de Instrumentos Musicais e de Brinquedos do Estado de São Paulo, presidido pela sindicalista Maria Auxiliadora dos Santos, com representantes da empresa, que prevê o reajuste de 2,05% (INPC).

Além do reajuste salarial o acordo também garante a manutenção de todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho.

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Auxiliadora destaca que a unidade dos trabalhadores foi fundamental, pois a empresa, após a deflagração de greve na última segunda-feira (19), teve prazo de 48 horas para dar a resposta sobre a reivindicações dos trabalhadores. “Saímos vitoriosos com este acordo, diante do contexto econômico que o País atravessa em razão da pandemia da Covid-19”, afirma a dirigente sindical.

O sindicato, afirma a sindicalista, “continua na luta e em Campanha Salarial, realizando negociações por empresa. Se não negociar as máquinas vão parar”, finalizou.

Trabalhadores da Magic Toys do Brasil conquistam 2,05% de reajusteCrédito: Arquivo

Nesta quinta-feira (22) os trabalhadores e trabalhadoras da Empresa Magic Toys do Brasil aprovaram o acordo com negociado pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras nas Indústrias de Instrumentos Musicais e de Brinquedos do Estado de São Paulo, presidido pela sindicalista Maria Auxiliadora dos Santos, com representantes da empresa, que prevê o reajuste de 2,05% (INPC).

Além do reajuste salarial o acordo também garante a manutenção de todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho.

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Auxiliadora destaca que a unidade dos trabalhadores foi fundamental, pois a empresa, após a deflagração de greve na última segunda-feira (19), teve prazo de 48 horas para dar a resposta sobre a reivindicações dos trabalhadores. “Saímos vitoriosos com este acordo, diante do contexto econômico que o País atravessa em razão da pandemia da Covid-19”, afirma a dirigente sindical.

O sindicato, afirma a sindicalista, “continua na luta e em Campanha Salarial, realizando negociações por empresa. Se não negociar as máquinas vão parar”, finalizou.