Governo federal divulgou que o Brasil fechou 1.198.363 vagas de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre deste ano. Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Criminosos anunciavam vagas de trabalho nos ramos de importação e exportação, que não existiam, e os inscritos pagam uma taxa por isso.Crédito: Divulgação
Esse número é a diferença entre o número de demissões e admissões. Entre janeiro e junho foram registrados 7,9 milhões de demissões e 6,7 milhões de novas admissões.
 
Em 2019, neste mesmo período, o saldo foi positivo. Foram criadas 408 mil vagas, que era o melhor resultado desde 2014.
 
Um reflexo da retomada parcial das empresas que estavam fechadas. Em junho foram 10 mil demissões, o mês anterior, maio, foram 350 mil postos de trabalhos fechados.
 
Esse resultado é o forte impacto da pandemia sobre a economia. Com o distanciamento social e o alto risco de contágio fez o consumo diminuir nesses meses.
 
Por setor
O setor de serviços foi o que mais fechou vagas no primeiro semestre de 2020: 507.708 no total. Logo depois vem o setor de comércio, com 474.511 vagas a menos. O setor de construção teve 32.092 vagas fechadas.
 
O setor da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o único com abertura de novos empregos formais. Foram 62.633 vagas criadas nos primeiro semestre.
 
Considerando apenas junho, o setor de serviços fechou 44,8 mil vagas. O comércio fechou 16,6 mil.
 
Em junho, a agropecuária abriu 36,8 mil novas vagas. A construção civil registrou saldo positivo de 17,2 mil novos postos de trabalho.
 
Por regiões
Veja o saldo de empregos formais por regiões no semestre:
 
Centro-Oeste: - 27,3 mil
Norte: - 27 mil
Sul: - 195,1 mil
Nordeste: - 258,8 mil
Sudeste: - 690,7 mil
 
Veja o saldo de empregos formais por regiões em junho:
 
Centro-Oeste: + 10 mil
Norte: + 6,5 mil
Sul: + 1,6 mil
Nordeste: - 1,3 mil
Sudeste: - 28,5 mil
 
Estados
Entre os estados, São Paulo teve o pior saldo do semestre, com 364.470 vagas fechadas. A segunda maior queda foi do Rio de Janeiro, com saldo negativo de 184.928 vagas.
 
Mato Grosso e Acre tiveram os melhores resultados no semestre com 3.565 e 1.270 vagas criadas, respectivamente.
Criminosos anunciavam vagas de trabalho nos ramos de importação e exportação, que não existiam, e os inscritos pagam uma taxa por isso.Crédito: Divulgação
Esse número é a diferença entre o número de demissões e admissões. Entre janeiro e junho foram registrados 7,9 milhões de demissões e 6,7 milhões de novas admissões.
 
Em 2019, neste mesmo período, o saldo foi positivo. Foram criadas 408 mil vagas, que era o melhor resultado desde 2014.
 
Um reflexo da retomada parcial das empresas que estavam fechadas. Em junho foram 10 mil demissões, o mês anterior, maio, foram 350 mil postos de trabalhos fechados.
 
Esse resultado é o forte impacto da pandemia sobre a economia. Com o distanciamento social e o alto risco de contágio fez o consumo diminuir nesses meses.
 
Por setor
O setor de serviços foi o que mais fechou vagas no primeiro semestre de 2020: 507.708 no total. Logo depois vem o setor de comércio, com 474.511 vagas a menos. O setor de construção teve 32.092 vagas fechadas.
 
O setor da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o único com abertura de novos empregos formais. Foram 62.633 vagas criadas nos primeiro semestre.
 
Considerando apenas junho, o setor de serviços fechou 44,8 mil vagas. O comércio fechou 16,6 mil.
 
Em junho, a agropecuária abriu 36,8 mil novas vagas. A construção civil registrou saldo positivo de 17,2 mil novos postos de trabalho.
 
Por regiões
Veja o saldo de empregos formais por regiões no semestre:
 
Centro-Oeste: - 27,3 mil
Norte: - 27 mil
Sul: - 195,1 mil
Nordeste: - 258,8 mil
Sudeste: - 690,7 mil
 
Veja o saldo de empregos formais por regiões em junho:
 
Centro-Oeste: + 10 mil
Norte: + 6,5 mil
Sul: + 1,6 mil
Nordeste: - 1,3 mil
Sudeste: - 28,5 mil
 
Estados
Entre os estados, São Paulo teve o pior saldo do semestre, com 364.470 vagas fechadas. A segunda maior queda foi do Rio de Janeiro, com saldo negativo de 184.928 vagas.
 
Mato Grosso e Acre tiveram os melhores resultados no semestre com 3.565 e 1.270 vagas criadas, respectivamente.