Deputados querem transição que beneficia os mais jovensCrédito: Marcos Santos
Ato por mudanças na reforma da Previdência em SP

Deputado Paulinho da Força e um grupo de parlamentares vão apresentar alternativa à reforma que o governo propôs para a Previdência

Deputados tentarão aprovar uma reforma da Previdência menos dura para trabalhadores. Em vez da idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, como está no projeto enviado à Câmara pelo presidente Michel Temer (PMDB), a proposta dos parlamentares permitirá a concessão do benefício aos 58 anos de idade, para mulheres, e aos 60 anos, para homens.

A proposta é conduzida pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP) e conta com a participação de parlamentares, como Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

De acordo com esse novo texto, as idades mínimas só serão aplicadas para quem ainda não estiver inscrito na Previdência na data em que a nova lei passar a valer.

Para quem já tiver ao menos uma contribuição ao INSS, os deputados propõem uma regra de transição exigindo que o segurado contribua por mais 30% do tempo que estiver faltando para ele se aposentar pelas regras atuais.

Na transição do governo, esse pedágio é de 50% e só vale para trabalhadores com idades a partir dos 45 anos (mulheres) ou 50 anos (homens).

Na nova proposta, o cálculo do benefício também é mais vantajoso. Os deputados querem que o valor da aposentadoria seja de 60% da média salarial do segurado, mais 1% para cada ano de contribuição. O trabalhador conseguiria se aposentar com o benefício integral com 40 anos de recolhimentos.

No projeto do governo, a renda seria de 51% da média salarial, acrescida de 1% a cada ano de contribuição. Com isso, o aposentado só pode ter o benefício integral se contribuir por 49 anos.

O presidente Temer já afirmou que a idade mínima é um dos pontos inegociáveis.


 

Deputados querem transição que beneficia os mais jovensCrédito: Marcos Santos
Ato por mudanças na reforma da Previdência em SP

Deputado Paulinho da Força e um grupo de parlamentares vão apresentar alternativa à reforma que o governo propôs para a Previdência

Deputados tentarão aprovar uma reforma da Previdência menos dura para trabalhadores. Em vez da idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, como está no projeto enviado à Câmara pelo presidente Michel Temer (PMDB), a proposta dos parlamentares permitirá a concessão do benefício aos 58 anos de idade, para mulheres, e aos 60 anos, para homens.

A proposta é conduzida pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP) e conta com a participação de parlamentares, como Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

De acordo com esse novo texto, as idades mínimas só serão aplicadas para quem ainda não estiver inscrito na Previdência na data em que a nova lei passar a valer.

Para quem já tiver ao menos uma contribuição ao INSS, os deputados propõem uma regra de transição exigindo que o segurado contribua por mais 30% do tempo que estiver faltando para ele se aposentar pelas regras atuais.

Na transição do governo, esse pedágio é de 50% e só vale para trabalhadores com idades a partir dos 45 anos (mulheres) ou 50 anos (homens).

Na nova proposta, o cálculo do benefício também é mais vantajoso. Os deputados querem que o valor da aposentadoria seja de 60% da média salarial do segurado, mais 1% para cada ano de contribuição. O trabalhador conseguiria se aposentar com o benefício integral com 40 anos de recolhimentos.

No projeto do governo, a renda seria de 51% da média salarial, acrescida de 1% a cada ano de contribuição. Com isso, o aposentado só pode ter o benefício integral se contribuir por 49 anos.

O presidente Temer já afirmou que a idade mínima é um dos pontos inegociáveis.