entregadoresCrédito: Arquivo
O Brasil continua com altas taxas de desemprego, tivemos uma leve geração de emprego em 2021 e agora em 2022, mas um estudo da LCA Consultores mostra um aumento na precarização do trabalho.
 
O estudo tem como base dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) do IBGE e mostra que o número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 2,8 milhões entre 2014 e 2022, enquanto que o trabalhadores por conta própria ou sem registro de carteira aumentou em 6,3 milhões em 8 anos.
 
Quando é mostrado o número absoluto de trabalhadores com carteira assinada no 1º trimestre de 2022 totalizou 36,3 milhões, contra 39,1 milhões no 1º trimestre de 2014.
 
“É um movimento de precarização do mercado de trabalho mesmo”, falou Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, autor do levantamento.
 
O número de trabalhadores por conta própria aumentou, foi de 22,5% para 26,5% do total de ocupados.
 
Dado importante do estudo mostra que entre 2014 a 2022, a taxa de ocupação no país cresceu 4,1% (3,8 milhões de pessoas a mais), ou seja, a expansão do mercado de trabalho tem sido puxada pela informalidade e pelo chamado empreendedorismo de necessidade.
 
O encolhimento da fatia de brasileiros com carteira assinada reflete não só a sucessão de crises econômicas nos últimos anos, mas também as transformações tecnológicas e estruturais no mercado de trabalho, além da busca por trabalhos mais flexíveis.
 
com informações do G1
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O Brasil continua com altas taxas de desemprego, tivemos uma leve geração de emprego em 2021 e agora em 2022, mas um estudo da LCA Consultores mostra um aumento na precarização do trabalho.
 
O estudo tem como base dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) do IBGE e mostra que o número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 2,8 milhões entre 2014 e 2022, enquanto que o trabalhadores por conta própria ou sem registro de carteira aumentou em 6,3 milhões em 8 anos.
 
Quando é mostrado o número absoluto de trabalhadores com carteira assinada no 1º trimestre de 2022 totalizou 36,3 milhões, contra 39,1 milhões no 1º trimestre de 2014.
 
“É um movimento de precarização do mercado de trabalho mesmo”, falou Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, autor do levantamento.
 
O número de trabalhadores por conta própria aumentou, foi de 22,5% para 26,5% do total de ocupados.
 
Dado importante do estudo mostra que entre 2014 a 2022, a taxa de ocupação no país cresceu 4,1% (3,8 milhões de pessoas a mais), ou seja, a expansão do mercado de trabalho tem sido puxada pela informalidade e pelo chamado empreendedorismo de necessidade.
 
O encolhimento da fatia de brasileiros com carteira assinada reflete não só a sucessão de crises econômicas nos últimos anos, mas também as transformações tecnológicas e estruturais no mercado de trabalho, além da busca por trabalhos mais flexíveis.
 
com informações do G1