A reportagem da CNN Brasil apurou que em julho de 2020, o índice havia subido 2,23% e acumulava alta de 9,27% em 12 meses
aluguelCrédito: Tânia Rego
O IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) variou 0,78% em julho, contra 0,6% em junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Com o resultado, o índice, que é conhecido como inflação do aluguel, avançou 33,83% em 12 meses.
 
No ano, o IGP-M acumula alta de 15,98%. Em julho de 2020, o índice havia subido 2,23% e acumulava alta de 9,27% em 12 meses.   
 
“Efeitos sazonais, exportações e a alta acumulada nos preços das rações orientaram a aceleração do índice ao produtor, que nesta apuração, contou com a destacada influência de três itens: minério de ferro, adubos ou fertilizantes e leite in natura. No âmbito do consumidor, os destaques foram os energéticos. A tarifa elétrica avançou 5,87% e o GLP 4,05%”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.
 
Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) 
Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,71% em julho, ante 0,42% em junho. A taxa do grupo Bens Finais variou 1,08% em julho, contra 1,32% no mês anterior. A principal contribuição partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 2,45% para 1,36%. O índice relativo a Bens Finais que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 1,13% em julho, ante 1,95% no mês anterior.
 
Já a taxa do grupo Bens Intermediários passou de 1,78% em junho para 1,15% em julho. O principal responsável foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 1,71% para 0,11%. O índice de Bens Intermediários que exclui o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção variou 1,27% em julho, contra 2,03% em junho.
 
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,83% em julho, ante 0,57% em junho. Segundo a FGV, quatro das oito classes de despesa registraram alta em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação, que havia registrado queda de 0,69% e passou para 2,16%. O destaque foi para o item passagem aérea, cuja taxa passou de queda de 7,28% em junho para alta de 24,69% em julho.
 
Também apresentaram alta em sua taxa de variação o grupo Habitação, que passou de 1,10% para 1,66%. Nessa categoria, a tarifa de eletricidade residencial, por exemplo, passou de 3,30% para 5,87%.
 
Em contrapartida, o grupo Transportes, que estava em 1,43% em julho passou para 0,73% em julho. Nessa categoria destaca-se a gasolina, que saiu de 2,72% para 1,44% neste mês.
 
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) 
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 1,24% em julho, ante 2,30% no mês anterior. O grupo Materiais e Equipamentos passou de 1,75% para 1,52%. A categoria de Serviços saiu de 1,19% para 0,65%. Já a Mão de Obra foi de 2,98% para 1,12%.
aluguelCrédito: Tânia Rego
O IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) variou 0,78% em julho, contra 0,6% em junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Com o resultado, o índice, que é conhecido como inflação do aluguel, avançou 33,83% em 12 meses.
 
No ano, o IGP-M acumula alta de 15,98%. Em julho de 2020, o índice havia subido 2,23% e acumulava alta de 9,27% em 12 meses.   
 
“Efeitos sazonais, exportações e a alta acumulada nos preços das rações orientaram a aceleração do índice ao produtor, que nesta apuração, contou com a destacada influência de três itens: minério de ferro, adubos ou fertilizantes e leite in natura. No âmbito do consumidor, os destaques foram os energéticos. A tarifa elétrica avançou 5,87% e o GLP 4,05%”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.
 
Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) 
Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,71% em julho, ante 0,42% em junho. A taxa do grupo Bens Finais variou 1,08% em julho, contra 1,32% no mês anterior. A principal contribuição partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 2,45% para 1,36%. O índice relativo a Bens Finais que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 1,13% em julho, ante 1,95% no mês anterior.
 
Já a taxa do grupo Bens Intermediários passou de 1,78% em junho para 1,15% em julho. O principal responsável foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 1,71% para 0,11%. O índice de Bens Intermediários que exclui o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção variou 1,27% em julho, contra 2,03% em junho.
 
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,83% em julho, ante 0,57% em junho. Segundo a FGV, quatro das oito classes de despesa registraram alta em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação, que havia registrado queda de 0,69% e passou para 2,16%. O destaque foi para o item passagem aérea, cuja taxa passou de queda de 7,28% em junho para alta de 24,69% em julho.
 
Também apresentaram alta em sua taxa de variação o grupo Habitação, que passou de 1,10% para 1,66%. Nessa categoria, a tarifa de eletricidade residencial, por exemplo, passou de 3,30% para 5,87%.
 
Em contrapartida, o grupo Transportes, que estava em 1,43% em julho passou para 0,73% em julho. Nessa categoria destaca-se a gasolina, que saiu de 2,72% para 1,44% neste mês.
 
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) 
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 1,24% em julho, ante 2,30% no mês anterior. O grupo Materiais e Equipamentos passou de 1,75% para 1,52%. A categoria de Serviços saiu de 1,19% para 0,65%. Já a Mão de Obra foi de 2,98% para 1,12%.