A Reunião de Ministros do Trabalho e Emprego do G20 coloca o foco na melhoria das condições de emprego para alcançar uma melhor recuperação
fila desemprego spCrédito: Rovena Rosa/Agência Brasil
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O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, pediu às ministras e aos ministros do Trabalho e Emprego do G20  que apoiem o Acelerador Global de Emprego e Proteção Social para Transições Justas , uma iniciativa da ONU coordenada pela Organização Internacional do Trabalho.
 
A reunião de um dia, que foi sediada pela Indonésia em 14 de setembro, ocorreu em meio a um cenário de crises múltiplas e interconectadas que levaram a aumentos acentuados no custo de vida, particularmente em relação aos preços de alimentos e energia, e nos níveis crescentes de dívida global .
 
Os ministros disseram que fortaleceriam as proteções trabalhistas para aumentar a resiliência de todos os trabalhadores, à luz dos novos desafios criados pela digitalização e pela crise climática. Equipar os trabalhadores com as habilidades necessárias para aproveitar as oportunidades nas economias digital e verde também estava no centro das preocupações dos ministros, que saudaram a atualização da Estratégia de Competências do G20. Os Ministros também reafirmaram seu compromisso de acelerar e monitorar o progresso feito na inclusão de mais pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
 
Ryder atualizou os ministros sobre os desenvolvimentos do mercado de trabalho global, bem como o progresso feito para alcançar o Objetivo do G20 de Brisbane de reduzir a diferença de gênero na participação da força de trabalho, e o Acelerador Global de Empregos e Proteção Social para Transições Justas, uma iniciativa originalmente lançada em setembro de 2021.
 
“É necessário um esforço coletivo renovado para gerenciar melhor e, eventualmente, sair dessas crises, garantir que os benefícios da globalização sejam compartilhados de forma mais igualitária, dentro e entre países, e abordar as iminentes transformações econômicas estruturais que sabemos que devemos enfrentar”, disse Ryder. 
 
O Acelerador Global de Emprego e Proteção Social para Transições Justas, coordenado pela OIT como parte de um esforço em toda a ONU, visa garantir o apoio político e o financiamento necessários para criar 400 milhões de empregos e estender a proteção social aos quatro bilhões de pessoas atualmente sem cobertura. A iniciativa reúne todo o sistema multilateral para antecipar e gerenciar proativamente as diferentes transições que estão pendentes – ambiental, social e econômica.
 
Ryder disse que ainda há muito trabalho a ser feito para reduzir a diferença de gênero na participação da força de trabalho em 25% até 2025, de acordo com o objetivo estabelecido pelo G20 em sua reunião de 2014 em Brisbane. “É urgente implementar um esforço político transformador de gênero para criar mais e melhores empregos para as mulheres. Isso deve se traduzir em esforços políticos de longo prazo para acelerar o progresso em direção à realização do Objetivo de Brisbane e melhor qualidade de emprego para as mulheres”, disse o diretor-geral.
 
Ao falar sobre a situação atual do mercado de trabalho, Ryder enfatizou que "com a expectativa de que a inflação global continue alta, as perspectivas para o poder de compra e os padrões de vida dos trabalhadores em todo o mundo são muito preocupantes", e que a situação pode "evoluir para uma maior instabilidade".
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O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, pediu às ministras e aos ministros do Trabalho e Emprego do G20  que apoiem o Acelerador Global de Emprego e Proteção Social para Transições Justas , uma iniciativa da ONU coordenada pela Organização Internacional do Trabalho.
 
A reunião de um dia, que foi sediada pela Indonésia em 14 de setembro, ocorreu em meio a um cenário de crises múltiplas e interconectadas que levaram a aumentos acentuados no custo de vida, particularmente em relação aos preços de alimentos e energia, e nos níveis crescentes de dívida global .
 
Os ministros disseram que fortaleceriam as proteções trabalhistas para aumentar a resiliência de todos os trabalhadores, à luz dos novos desafios criados pela digitalização e pela crise climática. Equipar os trabalhadores com as habilidades necessárias para aproveitar as oportunidades nas economias digital e verde também estava no centro das preocupações dos ministros, que saudaram a atualização da Estratégia de Competências do G20. Os Ministros também reafirmaram seu compromisso de acelerar e monitorar o progresso feito na inclusão de mais pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
 
Ryder atualizou os ministros sobre os desenvolvimentos do mercado de trabalho global, bem como o progresso feito para alcançar o Objetivo do G20 de Brisbane de reduzir a diferença de gênero na participação da força de trabalho, e o Acelerador Global de Empregos e Proteção Social para Transições Justas, uma iniciativa originalmente lançada em setembro de 2021.
 
“É necessário um esforço coletivo renovado para gerenciar melhor e, eventualmente, sair dessas crises, garantir que os benefícios da globalização sejam compartilhados de forma mais igualitária, dentro e entre países, e abordar as iminentes transformações econômicas estruturais que sabemos que devemos enfrentar”, disse Ryder. 
 
O Acelerador Global de Emprego e Proteção Social para Transições Justas, coordenado pela OIT como parte de um esforço em toda a ONU, visa garantir o apoio político e o financiamento necessários para criar 400 milhões de empregos e estender a proteção social aos quatro bilhões de pessoas atualmente sem cobertura. A iniciativa reúne todo o sistema multilateral para antecipar e gerenciar proativamente as diferentes transições que estão pendentes – ambiental, social e econômica.
 
Ryder disse que ainda há muito trabalho a ser feito para reduzir a diferença de gênero na participação da força de trabalho em 25% até 2025, de acordo com o objetivo estabelecido pelo G20 em sua reunião de 2014 em Brisbane. “É urgente implementar um esforço político transformador de gênero para criar mais e melhores empregos para as mulheres. Isso deve se traduzir em esforços políticos de longo prazo para acelerar o progresso em direção à realização do Objetivo de Brisbane e melhor qualidade de emprego para as mulheres”, disse o diretor-geral.
 
Ao falar sobre a situação atual do mercado de trabalho, Ryder enfatizou que "com a expectativa de que a inflação global continue alta, as perspectivas para o poder de compra e os padrões de vida dos trabalhadores em todo o mundo são muito preocupantes", e que a situação pode "evoluir para uma maior instabilidade".