Miguel
O povo brasileiro é muito trabalhador, mas tem sofrido muito com o desemprego, a inflação, a carestia, o alto custo de vida, a exclusão social, a violência e a fome. E nunca a classe trabalhadora perdeu tantos direitos como nos últimos anos.
 
Mas podemos mudar esta realidade, a começar pelas eleições de 2 de outubro, elegendo novos governos e companheiros que serão a voz dos trabalhadores(as) e das comunidades, irão fiscalizar as medidas dos governantes e farão projetos de lei e emendas populares que resgatem e ampliem os direitos.
 
Pois existem sim pessoas com vocação para o exercício de funções públicas e verdadeiramente interessadas na solução das reivindicações e necessidades da sociedade. 
 
A democracia representativa precisa evoluir, garantindo a participação popular nas decisões e a conquista de mais direitos sociais e coletivos, e pode fazer o Brasil retornar ao rumo do desenvolvimento, com empregos de qualidade, renda e vida digna para todos, acabando de uma vez por todas com as desigualdades sociais. 
 
A classe trabalhadora faz parte desta luta por um País melhor e está mobilizada na luta pela recuperação do poder de compra dos salários, contra o alto custo de vida, nas campanhas solidárias de arrecadação de alimentos e agasalhos para as pessoas mais necessitadas e nos debates sobre a importância da democracia e das eleições do dia 2 de outubro, por intermédio das urnas eletrônicas.
 
Neste sentido, temos a nosso favor a Pauta da Classe Trabalhadora, aprovada na Conclat 2022, e a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”. Para divulgar e assinar esta carta histórica, basta acessar o site www.estadodedireitosempre.com.
 
Vamos unidos mudar o perfil da Assembleia Legislativa e do Congresso Nacional, ampliando a bancada dos trabalhadores(as). Chega de perder direitos e empregos. Chega de ataques à democracia, às riquezas do País e à soberania nacional. A luta faz a lei!
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
Miguel
O povo brasileiro é muito trabalhador, mas tem sofrido muito com o desemprego, a inflação, a carestia, o alto custo de vida, a exclusão social, a violência e a fome. E nunca a classe trabalhadora perdeu tantos direitos como nos últimos anos.
 
Mas podemos mudar esta realidade, a começar pelas eleições de 2 de outubro, elegendo novos governos e companheiros que serão a voz dos trabalhadores(as) e das comunidades, irão fiscalizar as medidas dos governantes e farão projetos de lei e emendas populares que resgatem e ampliem os direitos.
 
Pois existem sim pessoas com vocação para o exercício de funções públicas e verdadeiramente interessadas na solução das reivindicações e necessidades da sociedade. 
 
A democracia representativa precisa evoluir, garantindo a participação popular nas decisões e a conquista de mais direitos sociais e coletivos, e pode fazer o Brasil retornar ao rumo do desenvolvimento, com empregos de qualidade, renda e vida digna para todos, acabando de uma vez por todas com as desigualdades sociais. 
 
A classe trabalhadora faz parte desta luta por um País melhor e está mobilizada na luta pela recuperação do poder de compra dos salários, contra o alto custo de vida, nas campanhas solidárias de arrecadação de alimentos e agasalhos para as pessoas mais necessitadas e nos debates sobre a importância da democracia e das eleições do dia 2 de outubro, por intermédio das urnas eletrônicas.
 
Neste sentido, temos a nosso favor a Pauta da Classe Trabalhadora, aprovada na Conclat 2022, e a “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”. Para divulgar e assinar esta carta histórica, basta acessar o site www.estadodedireitosempre.com.
 
Vamos unidos mudar o perfil da Assembleia Legislativa e do Congresso Nacional, ampliando a bancada dos trabalhadores(as). Chega de perder direitos e empregos. Chega de ataques à democracia, às riquezas do País e à soberania nacional. A luta faz a lei!
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes