MiguelCrédito: Arquivo
Miguel Torres
Enfatizamos no nosso histórico 1º de Maio pela Vida a relevância do movimento sindical em defesa da democracia, do desenvolvimento econômico e dos direitos da classe trabalhadora e na luta por vacinas para todos contra a pandemia, por um programa de proteção ao emprego e à renda e pelo retorno imediato do auxílio emergencial de 600 reais para as pessoas mais vulneráveis à crise.
 
É urgente agora convencer o Congresso Nacional a debater e votar a medida provisória 1039. Do contrário, esta medida irá caducar e o auxílio ficará como deseja o governo: para um número menor de pessoas e somente em quatro parcelas de em média R$ 250, um valor ridículo, insuficiente para as despesas mensais e diárias das pessoas.
 
Aos prefeitos e governadores, com ações corajosas no enfrentamento da pandemia e do negacionismo do bolsonarismo, iremos reforçar nosso pedido de apoio político junto aos deputados e senadores para que exijam dos presidentes da Câmara e do Senado a votação da MP 1039. Inclusive para que a sociedade brasileira tenha mais informações e se empenhe nesta causa, cobrando de seus representantes a aprovação do auxílio de 600, até o fim da pandemia.
 
Agradecemos, enfim, todos os que contribuíram para o sucesso de audiência do 1º de Maio das centrais sindicais, feito de forma virtual pelo segundo ano consecutivo, pois temos conhecimento crítico, somos humanistas, respeitamos a ciência, as idôneas orientações das autoridades médicas e as medidas de prevenção contra a covid-19 e lutamos pela vida, pela saúde e pela segurança de todos.
 
Viva a classe trabalhadora! Viva o movimento sindical! A Luta faz a Lei!
 
Miguel Torres, presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
MiguelCrédito: Arquivo
Miguel Torres
Enfatizamos no nosso histórico 1º de Maio pela Vida a relevância do movimento sindical em defesa da democracia, do desenvolvimento econômico e dos direitos da classe trabalhadora e na luta por vacinas para todos contra a pandemia, por um programa de proteção ao emprego e à renda e pelo retorno imediato do auxílio emergencial de 600 reais para as pessoas mais vulneráveis à crise.
 
É urgente agora convencer o Congresso Nacional a debater e votar a medida provisória 1039. Do contrário, esta medida irá caducar e o auxílio ficará como deseja o governo: para um número menor de pessoas e somente em quatro parcelas de em média R$ 250, um valor ridículo, insuficiente para as despesas mensais e diárias das pessoas.
 
Aos prefeitos e governadores, com ações corajosas no enfrentamento da pandemia e do negacionismo do bolsonarismo, iremos reforçar nosso pedido de apoio político junto aos deputados e senadores para que exijam dos presidentes da Câmara e do Senado a votação da MP 1039. Inclusive para que a sociedade brasileira tenha mais informações e se empenhe nesta causa, cobrando de seus representantes a aprovação do auxílio de 600, até o fim da pandemia.
 
Agradecemos, enfim, todos os que contribuíram para o sucesso de audiência do 1º de Maio das centrais sindicais, feito de forma virtual pelo segundo ano consecutivo, pois temos conhecimento crítico, somos humanistas, respeitamos a ciência, as idôneas orientações das autoridades médicas e as medidas de prevenção contra a covid-19 e lutamos pela vida, pela saúde e pela segurança de todos.
 
Viva a classe trabalhadora! Viva o movimento sindical! A Luta faz a Lei!
 
Miguel Torres, presidente da Força Sindical, da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes