Se algum servidor municipal de Santos for contaminado pelo coronavírus por falta de equipamento de proteção ou negligência administrativa, o sindicato dos estatutários (Sindest) processará a prefeitura.

Quem garante é o presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel. Segundo ele, a possível indenização será revertida ao trabalhador ou sua família. “Portanto”, diz o sindicalista, “é bom a administração municipal não vacilar”.

Ele ressalta que as secretarias municipais vêm fazendo o possível para atender a demanda de máscaras, luvas, álcool em gel e outros protetores. Mas pondera que, em alguns casos, os problemas têm chamado atenção.

Durante a semana, Fábio foi alertado por vários servidores, principalmente dos setores de saúde, ação social e segurança, sobre a falta ou inadequação de equipamentos de proteção. A diretoria do sindicato foi aos locais de trabalho.

Segundo ele, nos abrigos de atendimento e recolhimento da população carente, inclusive a que vive nas ruas, os operadores sociais não tinham máscaras e luvas. E eram orientados a ceder eventuais máscaras aos pacientes.

Antes da pandemia, já houve óbito e cegueira

O sindicalista diz que, nesse setor, antes mesmo da pandemia, já houve um caso de cegueira de servidor por contaminação. “Não queremos que isso volte a acontecer e já estamos avisando que tomaremos providências judiciais”.

Diretores do Sindest também estiveram no hospital da zona noroeste, de onde chegaram reclamações de equipamentos inadequados. E constataram que as máscaras estavam totalmente fora dos padrões protocolares de saúde.

Dos guardas municipais, responsáveis pelo cumprimento do decreto que proíbe pessoas nas praias e comércios abertos, não havia máscaras nas viaturas. Segundo Fábio, “os problemas não são generalizados, mas existem”.

“Entendemos que a prefeitura está montando uma máquina de guerra contra o coronavírus em plena guerra”, reconhece o dirigente. “Não houve preparação anterior porque a pandemia não era prevista. Mas os erros precisam ser corrigidos”.

O presidente do Sindest reconhece a atuação dos prefeitos da região e “até” do governador João Dória (PSDB). “Não tenho afinidades políticas com eles, mas havemos de convir que tomaram medidas positivas diante da gravidade da situação”.

“Agora”, finaliza Fábio, “o que não podemos admitir é a contaminação de servidores por fatores alheios à sua vontade. Estatísticas mostram a vulnerabilidade dos profissionais de saúde, que pode ser atenuada com responsabilidade administrativa”.

Quem garante é o presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel. Segundo ele, a possível indenização será revertida ao trabalhador ou sua família. “Portanto”, diz o sindicalista, “é bom a administração municipal não vacilar”.

Ele ressalta que as secretarias municipais vêm fazendo o possível para atender a demanda de máscaras, luvas, álcool em gel e outros protetores. Mas pondera que, em alguns casos, os problemas têm chamado atenção.

Durante a semana, Fábio foi alertado por vários servidores, principalmente dos setores de saúde, ação social e segurança, sobre a falta ou inadequação de equipamentos de proteção. A diretoria do sindicato foi aos locais de trabalho.

Segundo ele, nos abrigos de atendimento e recolhimento da população carente, inclusive a que vive nas ruas, os operadores sociais não tinham máscaras e luvas. E eram orientados a ceder eventuais máscaras aos pacientes.

Antes da pandemia, já houve óbito e cegueira

O sindicalista diz que, nesse setor, antes mesmo da pandemia, já houve um caso de cegueira de servidor por contaminação. “Não queremos que isso volte a acontecer e já estamos avisando que tomaremos providências judiciais”.

Diretores do Sindest também estiveram no hospital da zona noroeste, de onde chegaram reclamações de equipamentos inadequados. E constataram que as máscaras estavam totalmente fora dos padrões protocolares de saúde.

Dos guardas municipais, responsáveis pelo cumprimento do decreto que proíbe pessoas nas praias e comércios abertos, não havia máscaras nas viaturas. Segundo Fábio, “os problemas não são generalizados, mas existem”.

“Entendemos que a prefeitura está montando uma máquina de guerra contra o coronavírus em plena guerra”, reconhece o dirigente. “Não houve preparação anterior porque a pandemia não era prevista. Mas os erros precisam ser corrigidos”.

O presidente do Sindest reconhece a atuação dos prefeitos da região e “até” do governador João Dória (PSDB). “Não tenho afinidades políticas com eles, mas havemos de convir que tomaram medidas positivas diante da gravidade da situação”.

“Agora”, finaliza Fábio, “o que não podemos admitir é a contaminação de servidores por fatores alheios à sua vontade. Estatísticas mostram a vulnerabilidade dos profissionais de saúde, que pode ser atenuada com responsabilidade administrativa”.