
Centrais e movimentos sociais realizam atos pela soberania e direitos trabalhistas – Foto: Jaélcio Santana VEJA MAIS FOTOS
Neste domingo, 7 de setembro, centrais sindicais e movimentos sociais organizaram atos em defesa da soberania nacional. Eles buscaram mobilizar militantes nas ruas.
Os protestos ocorreram enquanto o Supremo Tribunal Federal julga a trama golpista. O contexto fortaleceu a relevância política e social das manifestações em todo o país.
De acordo com Miguel Torres, presidente da Força Sindical, as entidades saíram às ruas para defender pautas centrais da classe trabalhadora. O objetivo foi reafirmar direitos.
“Esse dia é muito importante para o nosso futuro. O Brasil todo hoje faz essas manifestações no dia da independência que o Brasil há 210 anos conquistou”, afirmou Torres.
O sindicalistas reforçou, em sua fala que, que hoje foram às ruas para comemorar a independência do Brasil, mas também para comemorar a luta contra a invasão do nosso território, contra a interferência americana na na soberania do País, contra a impunidade, contra esse projeto de anistia que está sendo debatido em Brasília.
“Não podemos admitir que maus políticos, que não olham para a sociedade brasileira, fiquem tramando contra o Brasil.”
Fim da escala 6×1
Miguel defendeu ainda o fim da estala 6×1, a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais, a taxação dos super-ricos e a valorização do SUS. Essas propostas ganharam destaque nas falas de todas as lideranças.
Os sindicalistas reforçaram ainda que a soberania nacional deve ser protegida. Além disso, ressaltaram que conquistas históricas dos trabalhadores enfrentam riscos diante de políticas consideradas regressivas.
O simbolismo dos atos públicos
Para o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), a mobilização assumiu grande importância simbólica. Ele destacou que o ato fortalece a resistência contra ataques sofridos pela soberania do país.
“Ir às ruas em um momento tão delicado reforça a unidade entre sindicatos e movimentos sociais. Essa união fortalece a luta coletiva”, avaliou o dirigente.
Além do simbolismo, os atos buscam pressionar autoridades e sensibilizar a opinião pública. Assim, trabalhadores encontram espaço para defender sua pauta de forma visível.
Com efeito, a mobilização amplia o debate sobre justiça fiscal e direitos trabalhistas. Isso ajuda a transformar reivindicações em projetos concretos no cenário político.
Por fim, os atos reforçam o compromisso das centrais com a democracia. Ao unir forças, movimentos sociais demonstram que a defesa da soberania continua sendo prioridade nacional.
Os atos aconteceram nos seguintes locais:Mobilização Nacional – 7 DE SETEMBRO – movimento sindical e social em defesa da Soberania

Trabalhadores participaram, nesta segunda-feira (10), de mobilizações em diferentes estados para defender a redução da jornada, sem redução salarial, e acabar com escala 6x1.

























