Imagem do dia
Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
Enviar link da notícia por e-mail
Palavra do Presidente
Acordo dos portos pode sair nesta quinta-feira
quarta-feira, 20 de março de 2013
MIGUEL TORRES
Os trabalhadores portuários vão para a reunião com o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) com o objetivo de fechar um acordo MP 595 ( dos Portos) e assim acabar com o conflito entre governo e trabalhadores, que produziu uma greve de seis horas deflagrada, no final de fevereiro, em 36 portos do País.
Estamos dispostos a negociar até a exaustão para garantir os direitos dos trabalhadores portuários, especialmente que a contratação de mão de obra nos terminais públicos e particulares passe pela representação sindical.
Do jeito que está a MP 595 permite que a carga que hoje é embarcada nos portos públicos migre para os terminais privados porque a princípio terão custos operacionais mais baixos, principalmente em razão do achatamento salarial. E isto não podemos admitir.
Os representantes sindicais da categoria reivindicam ainda a equalização entre os sistemas público e privado de exploração portuária e a manutenção da autonomia dos portos que foi delegada a estados.
Nossas divergências em relação ao conteúdo da MP devem-se basicamente às questões relacionadas às normas de trabalho, aos direitos trabalhistas e à atividade portuária. O governo adotou uma postura autoritária ao editar a MP, desrespeitando os trabalhadores e a Convenção 137 da OIT.
Aliás, a greve nacional só foi deflagrada em decorrência deste desrespeito e da falta de negociação, apesar de termos buscado, por diversas vezes, abrir o diálogo com a presidente Dilma Rousseff e ministros. Agora, a nossa luta começou a dar resultados, tanto que o senador Braga nos chamou para a reunião de quinta-feira, dia 21.
Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical





























