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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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Paulo Pereira da Silva
Sociedade fica na bronca com o BC
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Paulo Pereira da Silva
A sociedade ficou revoltada com o conservadorismo do Banco Central (BC) que reduziu a taxa Selic em apenas um ponto e meio percentual, quando trabalhadores e empresários exigiam um corte profundo, de tal forma que a taxa anual ficasse em torno de 8%.
Além disso, defendemos uma diminuição no spread bancário, reuniões do Copom a cada 15 dias, maiores recursos para investimentos nos setores geradores de mão-de-obra e mais crédito para o consumo.
O governo acertou somente quando providenciou um corte generoso do IPI sobre os automóveis e ampliou o seguro desemprego para alguns grupos de trabalhadores.
Nossas propostas têm um claro objetivo de incentivar o consumo popular. Estamos convencidos que juros altos são um convite à especulação e proporcionam excelentes rendimentos ao setor bancário em detrimento da indústria, comércio e agropecuária.
Queremos, e disto não abrimos mão, que o governo federal incentive a produção para que haja incremento do emprego e do trabalho decente, com mais riqueza e distribuição de renda. Estes são os objetivos principais do movimento sindical neste momento de aprofundamento da crise.
Os trabalhadores estão convencidos que ao permanecer a atual política de juros altos do Copom a tendência será de aprofundamento do desemprego e da pobreza. De imediato, teremos reflexos negativos nas campanhas salariais do primeiro semestre do ano.
Serão fechados muitos acordos sem aumento real e, em muitos casos, sem sequer repor a inflação do período, o que vai diminuir em muito o poder aquisitivo dos trabalhadores.
Dados do Dieese mostram que os assalariados conseguiram aumento real em 77,6% dos acordos salariais realizados no ano passado, em comparação com 2007, conforme levantamento do Dieese a partir de 706 negociações feitas no país.
Os resultados não tão bons para os trabalhadores são decorrentes do aumento da inflação no ano passado, por conta da aceleração dos preços das commodities. De qualquer forma, a pesquisa mostra que a tendência para 2009 é de redução dos ganhos dos empregados, se o movimento sindical não partir para a briga.
Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical





























