Dirigentes sindicais metalúrgicos, químicos, têxteis e outras categorias se reuniram na Força Sindical em SP, quinta (18). Os temas que nortearam o encontro, promovido pela IndustriALL Global Union, foram as conjunturas internacional e nacional, a Conferência Mundial de Mulheres, dias 18 e 19 de novembro, em Genebra, Suíça, e o II Congresso Mundial, na Cidade do Cabo, África do Sul, em outubro de 2020.
IndustriALL reforça  unidade e aponta ações contra os ataques

O secretário-geral da entidade global, Valter Sanches, avalia: "Viemos reafirmar a solidariedade e apoio internacionais ao movimento sindical brasileiro. Existe uma ameaça global à democracia. E no Brasil, de modo especial, há uma sequência de ataques ao sindicalismo".
 
Para Sanches, o encontro em São Paulo sela compromissos e aponta rumos. “É preciso ação na base, fortalecimento das entidades, sindicalização e valorização das mulheres e jovens trabalhadores" observa.
 
Industrialização - Segundo Sanches, além crise na indústria, o Brasil experimenta a falta de política econômica que aponte para recuperação do setor. Isso, em sua avaliação, "afasta investimentos externos e não combate desemprego". E mais, ele completa: "Dificulta a volta do crescimento, como o que tivemos no início dos anos 2000, com o aumento do poder aquisitivo da população".
 
O presidente da Fequimfar, Sérgio Luiz Leite (Serginho), afirma que o encontro produzirá uma resolução com estratégias de enfrentamento dos principais desafios do movimento sindical. “Investir em sindicalização e formação são metas pra fazer frente às transformações na estrutura sindical e aos abalos no custeio das entidades devido ao desmonte promovido pelo governo”, explica.
 
Unidade - Segundo Miguel Torres, presidente da Força Sindical, do Sindicato dos Metalúrgicos de SP e da Confederação (CNTM), a reunião foi importante para organizar os eventos em pauta. "É preciso reforçar a unidade de ação do sindicalismo no Brasil se quisermos resistir aos ataques do governo aos direitos trabalhistas" orienta.
 
Mulheres - Mônica Veloso, vice da CNTM e integrante  da executiva da IndustriALL, destaca a importância da Conferência Mundial de Mulheres neste ano. "Buscamos igualdade de gênero e efetiva inclusão da mulher no mundo do trabalho e no sindicalismo mundial", ressalta.
 
Mais informações - www.cntm.org.br

IndustriALL reforça  unidade e aponta ações contra os ataques

O secretário-geral da entidade global, Valter Sanches, avalia: "Viemos reafirmar a solidariedade e apoio internacionais ao movimento sindical brasileiro. Existe uma ameaça global à democracia. E no Brasil, de modo especial, há uma sequência de ataques ao sindicalismo".
 
Para Sanches, o encontro em São Paulo sela compromissos e aponta rumos. “É preciso ação na base, fortalecimento das entidades, sindicalização e valorização das mulheres e jovens trabalhadores" observa.
 
Industrialização - Segundo Sanches, além crise na indústria, o Brasil experimenta a falta de política econômica que aponte para recuperação do setor. Isso, em sua avaliação, "afasta investimentos externos e não combate desemprego". E mais, ele completa: "Dificulta a volta do crescimento, como o que tivemos no início dos anos 2000, com o aumento do poder aquisitivo da população".
 
O presidente da Fequimfar, Sérgio Luiz Leite (Serginho), afirma que o encontro produzirá uma resolução com estratégias de enfrentamento dos principais desafios do movimento sindical. “Investir em sindicalização e formação são metas pra fazer frente às transformações na estrutura sindical e aos abalos no custeio das entidades devido ao desmonte promovido pelo governo”, explica.
 
Unidade - Segundo Miguel Torres, presidente da Força Sindical, do Sindicato dos Metalúrgicos de SP e da Confederação (CNTM), a reunião foi importante para organizar os eventos em pauta. "É preciso reforçar a unidade de ação do sindicalismo no Brasil se quisermos resistir aos ataques do governo aos direitos trabalhistas" orienta.
 
Mulheres - Mônica Veloso, vice da CNTM e integrante  da executiva da IndustriALL, destaca a importância da Conferência Mundial de Mulheres neste ano. "Buscamos igualdade de gênero e efetiva inclusão da mulher no mundo do trabalho e no sindicalismo mundial", ressalta.
 
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