Gilberto Almazan
Gilberto Almazan
 
 
É uma responsabilidade muito grande assumir o Sindicato, principalmente nesse momento de muitos embates, de enfrentamento a vários ataques aos direitos da classe trabalhadora, diante de uma forte crise econômica e de uma pandemia tão avassaladora como a covid-19. Portanto, mais do que nunca, este Sindicato vai colocar o emprego e a saúde como elementos fundamentais na pauta de luta deste e dos próximos anos. É com essa pauta em mãos que vamos negociar com as fábricas.  
 
Ficar desempregado agora é penalizar o trabalhador duas vezes. O desemprego cresce a cada dia, e, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais da metade da população em idade de trabalhar está desempregada. Em meio a covid-19, responsável por mais de 300 mil mortes, vivemos também a pandemia do desemprego. Por isso, estamos empenhados em buscar alternativas que assegurem o emprego, a renda e a vida dos trabalhadores.
 
Esta política que o governo tem adotado, que mantém os juros altos, que aumenta os impostos e que corta direitos só aprofunda ainda mais a crise do país. Temos que dialogar muito, fortalecer a nossa organização, criar condições, sermos criativos para construir uma agenda forte que defenda o crescimento, valorizando salá¬rio, emprego, renda e, sobretudo, a vida dos brasileiros. Sem, é claro, deixar de lado, tantas outras pautas importantes para o conjunto dos trabalhadores, como PLR, Planos de Cargos e Salários, saúde e segurança no local de trabalho, dentre outras.
 
A inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, a defesa da democracia e da igualdade de gênero seguem também entre as nossas bandeiras de luta. Isto porque esta diretoria entende que um sindicato forte para toda a categoria é aquele que desenvolve uma política voltada às demandas concretas e cotidianas dos trabalhadores e das trabalhadoras, sem descuidar do enfrentamento aos grandes temas nacionais que afetam a indústria, as condições de trabalho e a dignidade da categoria.
 
Apesar dos desafios, sinto-me seguro em assumir, neste momento, a presidência do Sindicato, porque temos uma direção preparada, que recebe informações consistentes do chão de fábrica. Além disso, a representatividade nas metalúrgicas da região ganhou ainda mais força, isto porque iniciamos esta gestão (2021-2025) com dirigentes presentes em mais fábricas de Osasco e região. A representação no local de trabalho sempre foi o diferencial deste Sindicato. E isso, agora, não será diferente, vamos reforçar a presença de delegados sindicais em todas as fábricas. A nossa experiência nos faz crer que a organização no local de trabalho é o caminho.
Com esta certeza, nesta gestão, vamos priorizar ainda mais a base (onde os trabalhadores estão), manter o debate aberto e forte com as entidades da região, do estado, com as centrais sindicais e com a Federação dos Metalúrgicos.
 
Devemos reforçar a mobilização, ficarmos ainda mais unidos para saber lutar contra as adversidades, contra os ataques aos direitos, contra o desemprego, contra a precarização do trabalho, contra a covid-19. Só assim vamos conseguir fazer as lutas necessárias para que a gente consiga manter todos os nossos direitos, a convenção coletiva, a mobilização em defesa da indústria, dos empregos, da renda e da vida. Contamos com vocês, porque a nossa luta e união nunca foram tão importantes quanto são agora.
 
Gilberto Almazan, Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região
 
 
É uma responsabilidade muito grande assumir o Sindicato, principalmente nesse momento de muitos embates, de enfrentamento a vários ataques aos direitos da classe trabalhadora, diante de uma forte crise econômica e de uma pandemia tão avassaladora como a covid-19. Portanto, mais do que nunca, este Sindicato vai colocar o emprego e a saúde como elementos fundamentais na pauta de luta deste e dos próximos anos. É com essa pauta em mãos que vamos negociar com as fábricas.  
 
Ficar desempregado agora é penalizar o trabalhador duas vezes. O desemprego cresce a cada dia, e, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais da metade da população em idade de trabalhar está desempregada. Em meio a covid-19, responsável por mais de 300 mil mortes, vivemos também a pandemia do desemprego. Por isso, estamos empenhados em buscar alternativas que assegurem o emprego, a renda e a vida dos trabalhadores.
 
Esta política que o governo tem adotado, que mantém os juros altos, que aumenta os impostos e que corta direitos só aprofunda ainda mais a crise do país. Temos que dialogar muito, fortalecer a nossa organização, criar condições, sermos criativos para construir uma agenda forte que defenda o crescimento, valorizando salá¬rio, emprego, renda e, sobretudo, a vida dos brasileiros. Sem, é claro, deixar de lado, tantas outras pautas importantes para o conjunto dos trabalhadores, como PLR, Planos de Cargos e Salários, saúde e segurança no local de trabalho, dentre outras.
 
A inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, a defesa da democracia e da igualdade de gênero seguem também entre as nossas bandeiras de luta. Isto porque esta diretoria entende que um sindicato forte para toda a categoria é aquele que desenvolve uma política voltada às demandas concretas e cotidianas dos trabalhadores e das trabalhadoras, sem descuidar do enfrentamento aos grandes temas nacionais que afetam a indústria, as condições de trabalho e a dignidade da categoria.
 
Apesar dos desafios, sinto-me seguro em assumir, neste momento, a presidência do Sindicato, porque temos uma direção preparada, que recebe informações consistentes do chão de fábrica. Além disso, a representatividade nas metalúrgicas da região ganhou ainda mais força, isto porque iniciamos esta gestão (2021-2025) com dirigentes presentes em mais fábricas de Osasco e região. A representação no local de trabalho sempre foi o diferencial deste Sindicato. E isso, agora, não será diferente, vamos reforçar a presença de delegados sindicais em todas as fábricas. A nossa experiência nos faz crer que a organização no local de trabalho é o caminho.
Com esta certeza, nesta gestão, vamos priorizar ainda mais a base (onde os trabalhadores estão), manter o debate aberto e forte com as entidades da região, do estado, com as centrais sindicais e com a Federação dos Metalúrgicos.
 
Devemos reforçar a mobilização, ficarmos ainda mais unidos para saber lutar contra as adversidades, contra os ataques aos direitos, contra o desemprego, contra a precarização do trabalho, contra a covid-19. Só assim vamos conseguir fazer as lutas necessárias para que a gente consiga manter todos os nossos direitos, a convenção coletiva, a mobilização em defesa da indústria, dos empregos, da renda e da vida. Contamos com vocês, porque a nossa luta e união nunca foram tão importantes quanto são agora.
 
Gilberto Almazan, Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região