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O debate político no 1º de Maio da Força

segunda-feira, 12 de maio de 2014

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O debate político no 1º de Maio da Força

Em artigo publicado no site do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) em 7 de […]
Por: João Carlos Gonçalves, (Juruna)

Em artigo publicado no site do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) em 7 de maio/2014, o jornalista Antônio Augusto de Queiroz escreveu que as entidades sindicais devem participar do processo eleitoral.

Isto porque, além da Pauta Trabalhista, interessa a tais entidades – porque interessa aos trabalhadores por elas representados –, a implementação de políticas públicas voltadas ao progresso social.

De fato, a história nos mostra que as entidades sindicais envolvidas com a política – como é o caso do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, do qual faço parte da direção – podem exercer grande influência no País. Exemplo disto foram as lutas contra a carestia da década de 1950, a luta pelo fim da ditadura militar e a campanha pelas Diretas Já, em 1984. Nos últimos tempos nós, sindicalistas, protagonizamos grandes lutas e campanhas pelo trabalho decente e pela valorização dos salários. Por intermédio da pressão que fizemos sobre os governos, seja de qual Partido for, conquistamos valiosos avanços nas já citadas políticas públicas.

E agora, às vésperas do início das campanhas para a Presidência da República, já estamos fomentando em nossos Sindicatos debates e ações, pautados pelo processo eleitoral.

Segundo Queiroz, isto é fundamental porque, neste processo, se elegem os representantes e se definem os projetos e programas de governo.

“A política de recuperação do salário mínimo, por exemplo, só terá perspectivas de renovação a partir de 2016 se estiver explicitada no programa eleitoral do próximo presidente da República, assim como a redução da jornada e a mudança do Fator Previdenciário”.

Neste sentido, a comemoração do 1° Maio, realizada pela Força Sindical, e comandada pelo presidente Miguel Torres, cumpriu um importante papel. Para o evento convidamos todas as correntes políticas: as Centrais CGTB, CTB, CUT, Nova Central, UGT e os Partidos PCdoB, PDT, PMDB, PPS, PSB, PSDB, PT e SDD.

Os que foram souberam aproveitar bem o espaço, desde o pré-candidato à Presidência Aécio Neves, do PSDB, até o coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues, passando pelo também pré-candidato Eduardo Campos, do PSB, e pelo representante do atual governo, o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, do PT.

Em uma festa como aquela, com um público de mais de um milhão de pessoas, premiações e shows musicais, certa efervescência dos ânimos é natural e até esperada. Quem conhece sabe que a festa do trabalhador da Força Sindical passa longe da frieza dos debates realizados entre quatro paredes. Ali a ação se dá ao vivo, pujante, sem ensaios.

Por ter a força que tem, tal evento é uma atividade importante na agenda política brasileira. Em ano eleitoral esta importância dobra. Não há como esconder que o último 1º Maio da Força foi palco de exposição e disputa de ideias daqueles que, daqui a poucos meses, se enfrentarão nas urnas.

E esta foi a maior contribuição da Central para os trabalhadores, no dia que se consagrou como o dia deles. Pautados pelo pronunciamento, no dia anterior, da presidenta Dilma Rousseff, o debate que se iniciou no palanque da Força Sindical se estendeu pela imprensa, pelas redes sociais, e se desdobrará em novas pautas dentro da campanha política.

Disto tudo se desprende a capacidade de englobar tantas e tão diferentes ideologias políticas, que está no DNA da nossa Central.

Orquestrar esta pluralidade ideológica, que mais uma vez deu o tom do 1º de Maio, é um duro trabalho. Ela se faz presente no dia a dia da Central, e não nos divide, pelo contrário, nos alimenta. Treina nossos ouvidos e nossa capacidade de pensar sem dogmas. Mantém nossos pés no chão.

A Força Sindical, refletindo seu quadro de associados, não se alinhará com um ou outro candidato. Mas também não se isentará do debate político. A nós cabe defender a Agenda da Classe Trabalhadora, proporcionar o acesso ao programa de cada candidato e defender o direito do trabalhador em poder optar pelas propostas que melhor lhes convém.

Por fim reafirmo que na Força Sindical, nascida sob o signo da negociação e da diversidade de pensamentos e concepções políticas, é normal a convivência de quem hoje declara o seu voto em Aécio, como Paulinho, em Eduardo Campos, como Nair Goulart, ou em Dilma, como eu.

João Carlos Gonçalves, o Juruna, 61 anos, metalúrgico, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e secretário-geral da Força Sindical
 

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