Menu

Mapa do site

Emissão de boleto

Nacional São Paulo

Emissão de boleto

Nacional São Paulo
11 AGO 2026

Imagem do dia

Mobilizações em vários estados cobram do Senado redução da jornada sem redução salarial e aprovação imediata do fim da escala de trabalho 6x1

Atos pelo fim da escala 6x1 mobilizam estadosTrabalhadores participaram, nesta segunda-feira (10), de mobilizações em diferentes estados para defender a redução da jornada, sem redução salarial, e acabar com escala 6x1.

Centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais organizaram atos, panfletagens e atividades públicas para ampliar a pressão sobre senadores e fortalecer essa reivindicação nacional.

As mobilizações ocorreram justamente durante a retomada das atividades do Congresso Nacional, estratégia adotada pelas entidades para cobrar avanço da proposta dentro do Senado Federal.

Durante as atividades, dirigentes dialogaram diretamente com trabalhadores, distribuíram materiais informativos e defenderam mais qualidade de vida, saúde, convivência familiar, lazer e formação profissional.

Atos nos estados

No Pará, registros divulgados pela Força Sindical mostram trabalhadores e dirigentes participando das ações estaduais, reforçando nacionalmente a mobilização construída pelas centrais sindicais brasileiras.

Da mesma forma, Pernambuco registrou participação na jornada nacional, com imagens reunidas pela Força Sindical mostrando a presença da mobilização no estado durante segunda-feira.

Em Recife, lideranças sindicais, parlamentares e movimentos sociais participaram do ato público, fortalecendo a cobrança pela redução da jornada e pelo encerramento da escala 6x1.

Já em Brasília, trabalhadores realizaram manifestação no Setor Bancário Norte, enquanto dirigentes defenderam que senadores avancem rapidamente na análise da reivindicação apresentada pelas centrais.

Em Porto Alegre, participantes iniciaram a mobilização na Rodoviária e caminharam até o Palácio do Comércio, levando reivindicações trabalhistas diretamente às ruas da capital gaúcha.

Enquanto isso, Teresina recebeu ato público diante da Federação das Indústrias do Estado do Piauí, reunindo sindicalistas na defesa da mudança da jornada semanal brasileira.

São Paulo também recebeu atividades no Largo da Concórdia, no Brás, enquanto outras mobilizações aconteceram em Mauá e Diadema, ampliando a participação dos trabalhadores paulistas.

Consequentemente, a jornada nacional fortaleceu a pressão sobre o Senado, responsável pela continuidade da tramitação após avanços obtidos anteriormente na Câmara dos Deputados pelos trabalhadores.

Além das manifestações presenciais, entidades estimularam mobilizações digitais e mensagens aos parlamentares, buscando ampliar nacionalmente a cobrança para que senadores coloquem a proposta em votação.

Os atos realizados em diferentes regiões demonstraram unidade sindical e mantiveram nas ruas uma reivindicação histórica por melhores condições de trabalho para milhões de brasileiros. https://www.flickr.com/photos/forca_sindical/albums/72177720335103224/ Leia também: Centrais fazem manifestação no Brás pelo fim da escala 6×1 https://fsindical.org.br/forca/centrais-fazem-manifestacao-no-bras-pelo-fim-da-escala-6x1/

Imagem do dia - Força Sindical

Enviar link da notícia por e-mail

Artigos

Salário Mínimo justo é um direito Social!

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

Artigos

Salário Mínimo justo é um direito Social!

Segundo a Constituição Federal, o Salário Mínimo deve ser entendido como um direito social que deve atender as necessidades vitais e básicas do trabalhador e de sua família; esta é uma proposta que está longe de ser atendida, que o digam os trabalhadores que têm o Salário Mínimo como única fonte de renda.

Para facilitar a compreensão sobre a importância da sociedade debater e exigir o cumprimento da Constituição, é preciso ter em mente que em seu Art. 7º, inciso IV, estão definidas como necessidades vitais básicas, que o Salário Mínimo deve atender, a moradia, a alimentação, a educação, a saúde, o lazer, o vestuário, a higiene, o transporte e a Previdência social, bem como define que o referido salário deverá ser periodicamente reajustado para preservar o poder aquisitivo do mesmo. Entretanto isso não acontece.

Ao ser entendido como um direito social, o Salário Mínimo extrapola o seu caráter meramente econômico caracterizado pelo pagamento, pelos empregadores de valores em troca do esforço físico e dos conhecimentos dos trabalhadores, o que reforça mais uma vez o entendimento de que o Salário Mínimo é um direito constitucional. Entretanto, está clara uma ineficiência do Estado em cumprir o referido artigo constitucional. Esta omissão Estatal é ainda mais grave pois a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT – também versa sobre as necessidades básicas a serem atendidas.

Apesar da eficácia jurídica da legislação sobre o Salário Mínimo, entendida como a capacidade de uma lei ser aplicada na realidade fática, a relação contratual entre patrão e empregado é o exemplo mais clássico dessa eficácia. É evidente que esta legislação carece de eficácia social, pois o citado salário está longe de cumprir o seu papel.

Existem inúmeros obstáculos, naturais ou provocados, que impedem o alcance da eficácia social da legislação do Salário Mínimo, um desses obstáculos tem a ver com a falta de iniciativas estatais em atender as necessidades vitais básicas, o déficit habitacional é imenso, o que desloca milhões de famílias para a periferia e o aumento de “moradias” precárias e desumanas, o transporte público é ineficiente e caro, a educação e a saúde de qualidade não é ofertada de forma constante e universal, o custo da cesta básica sofre a pressão constante do livre mercado, o orçamento público é atacado pelos defensores do Estado mínimo, o que inviabiliza o atendimento das necessidades básicas das famílias.

Dentre estes obstáculos dois merecem uma maior atenção, a entrega das responsabilidades do Estado para iniciativa privada via a privatização do setor elétrico, do saneamento, do transporte público, da educação e da saúde (querem acabar com o SUS), para justificar a sua entrega ao mercado e, a dificuldade da valorização e valoração do Salário Mínimo como um direito social.

No caso desta dificuldade de cumprir o estabelecido na Constituição, podemos citar como uma das causas, o ataque contra as entidades sindicais e o enfraquecimento das negociações coletivas após a última e criminosa reforma trabalhista. A realidade é que muitas empresas não fornecem cesta básica, não pagam auxílio refeição e alimentação, não aumentam a remuneração do trabalhador via Participação nos Lucros e/ou Resultados, muitas não pagam nem as horas extras, o que sobrecarrega o já insuficiente valor do Salário Mínimo.

As justificativas para a não correção honesta do Salário Mínimo passam pelo interesse da elite empregadora em não ampliar os gastos com os salários, alegando que isto inviabiliza seus negócios. Uma grande parte dos economistas alega que o aumento do referido salário gera inflação, as prefeituras não têm recursos suficientes para bancar um aumento justo, etc. É neste contexto de lobbies e interesses de minorias que o debate sobre a inconstitucionalidade do valor do Salário Mínimo é adiado e esquecido.

Louve-se algumas iniciativas do movimento sindical em defesa de um Salário Mínimo digno. Como é o caso do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo que atua em duas frentes, lutando pela elevação do Piso salarial da categoria e provocando o debate sobre a inconstitucionalidade do insuficiente valor do Salário Mínimo.

A luta por um Salário Mínimo digno vai além da questão econômica; trata-se de garantir o bem-estar social de parte da população. Aumentar o Salário Mínimo, não é apenas uma reivindicação justa para proteger os trabalhadores, mas também uma forma de construir uma sociedade com menos desigualdades e maior justiça social..

Eduardo Annunciato – Chicão,
Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente – FENATEMA e do Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo – STIEESP e Vice-presidente da Força Sindical

Site – www.eletricitarios.org.br
Facebook – www.facebook.com/eduardo.chicao
Instagram – www.instagram.com/chicaooficialsp/

Últimas de Artigos

Todas de Artigos
Congresso da FEQUIMFAR define prioridades para quatro anos
Força 13 AGO 2026

Congresso da FEQUIMFAR define prioridades para quatro anos

Gina Chiala debate direitos trabalhistas na Força Sindical
Força 13 AGO 2026

Gina Chiala debate direitos trabalhistas na Força Sindical

Convenção beneficia cerca de 100 mil frentistas em SP
Força 12 AGO 2026

Convenção beneficia cerca de 100 mil frentistas em SP

Congresso da FEQUIMFAR debate trabalho e democracia
Força 12 AGO 2026

Congresso da FEQUIMFAR debate trabalho e democracia

Sintepav-BA cria canal exclusivo para denúncias
Força 12 AGO 2026

Sintepav-BA cria canal exclusivo para denúncias

Borracheiros doam alimentos para vítimas na Venezuela
Força 12 AGO 2026

Borracheiros doam alimentos para vítimas na Venezuela

Metalúrgicos de SP aprovam pauta da Campanha Salarial 2026
Força 12 AGO 2026

Metalúrgicos de SP aprovam pauta da Campanha Salarial 2026

Atos pelo fim da escala 6×1 mobilizam estados
Força 11 AGO 2026

Atos pelo fim da escala 6×1 mobilizam estados

CONTER-SP debate saúde mental, tecnologia e emprego
Força 11 AGO 2026

CONTER-SP debate saúde mental, tecnologia e emprego

Plano Verão registra 1,4 mil horas de medição
Força 11 AGO 2026

Plano Verão registra 1,4 mil horas de medição

Sinpospetro RJ amplia pressão por ganho real
Força 11 AGO 2026

Sinpospetro RJ amplia pressão por ganho real

Metalúrgicos de SP recebem o candidato Fernando Haddad
Força 11 AGO 2026

Metalúrgicos de SP recebem o candidato Fernando Haddad

Sindec-POA cria espaço de acolhimento para comerciárias
Força 10 AGO 2026

Sindec-POA cria espaço de acolhimento para comerciárias

11º Congresso da FEQUIMFAR debate desafios do trabalho
Força 10 AGO 2026

11º Congresso da FEQUIMFAR debate desafios do trabalho

A luta agora é no Senado!
Palavra do Presidente 10 AGO 2026

A luta agora é no Senado!

Centrais fazem manifestação no Brás pelo fim da escala 6×1
Força 10 AGO 2026

Centrais fazem manifestação no Brás pelo fim da escala 6×1

SinSaúdeSP lança nova edição de boletim com conquistas, ações sindicais e atuação internacional
Força 10 AGO 2026

SinSaúdeSP lança nova edição de boletim com conquistas, ações sindicais e atuação internacional

10 de Agosto – Dia de mobilização para pressionar o Senado
Força 10 AGO 2026

10 de Agosto – Dia de mobilização para pressionar o Senado

Reunião com Boulos fortalece luta pela redução da jornada
Força 7 AGO 2026

Reunião com Boulos fortalece luta pela redução da jornada

Plano Verão reforça proteção contra calor no trabalho
Força 7 AGO 2026

Plano Verão reforça proteção contra calor no trabalho

SISPESP debate futuro do serviço público no SUBRAC 2026
Força 7 AGO 2026

SISPESP debate futuro do serviço público no SUBRAC 2026

Fiscalização do Sindec-POA garante direitos após denúncias
Força 7 AGO 2026

Fiscalização do Sindec-POA garante direitos após denúncias

Sintepav-BA conquista serviço de telemedicina para trabalhadores da construção pesada
Força 7 AGO 2026

Sintepav-BA conquista serviço de telemedicina para trabalhadores da construção pesada

Aposentados da Pirelli contestam alta no convênio médico
Força 7 AGO 2026

Aposentados da Pirelli contestam alta no convênio médico

Ato do dia 10 reforça luta pelo fim da escala 6×1
Força 7 AGO 2026

Ato do dia 10 reforça luta pelo fim da escala 6×1

FEESSEMG reforça mobilização após assembleia sobre ACT
Força 6 AGO 2026

FEESSEMG reforça mobilização após assembleia sobre ACT

Projeto certifica refugiados para atuar na hospitalidade
Força 6 AGO 2026

Projeto certifica refugiados para atuar na hospitalidade

Força Sindical SP organiza mobilização para ato de 10 de agosto
Força 6 AGO 2026

Força Sindical SP organiza mobilização para ato de 10 de agosto

Dia 10 terá mobilização nacional pela jornada de 40 horas
Força 6 AGO 2026

Dia 10 terá mobilização nacional pela jornada de 40 horas

NOTA SOBRE A TAXA SELIC
Força 5 AGO 2026

NOTA SOBRE A TAXA SELIC

Aguarde! Carregando mais artigos...