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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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São Paulo (SP): Metalúrgicos encerram hoje acampamento pelas 40h e lavam calçada da Fiesp, às 12h
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Força
O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi e a Força Sindical vão encerrar hoje, sexta-feira, o acampamento montado em frente à Fiesp, na avenida Paulista, desde terça-feira, com a lavagem da calçada do prédio da entidade. A atividade vai envolver cerca de 200 pessoas, incluindo sete baianas, e será realizada ao meio-dia.
“Vamos, simbolicamente, fazer uma limpeza no local, para purificar o pensamento do patronato e, assim, podermos começar a negociar a redução da jornada de trabalho. Será, também, um protesto à falta de sensibilidade dos empresários, que não querem negociar essa reivindicação, de cunho econômico e social, dos trabalhadores. Esses mesmos empresários estão pressionando os deputados federais para que não votem a PEC das 40h, porque pregam que essa questão tem que ser negociada, mas, na prática, eles não negociam, numa total demonstração de descaso para com os trabalhadores e o Poder Legislativo”, afirma Miguel Torres, presidente do Sindicato.
As ações integram a luta dos trabalhadores pela redução da jornada de trabalho, sem redução salarial. A Fiesp recebeu a pauta, entregue pela Força Sindical e demais centrais, no dia 12 de março, e não deu nenhuma resposta aos trabalhadores. “Mas nós vamos continuar pressionando, negociando a redução diretamente com as empresas e parando as fábricas que não quiserem negociar”, afirma Miguel Torres.





























