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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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São Paulo(SP): Sindicato mobiliza metalúrgicos para greves pelas 40h
terça-feira, 6 de abril de 2010
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“Diariamente, estamos fazendo assembleias nas portas de fábrica, procurando as empresas para negociar e vamos começar a parar as fábricas a partir da semana que vem, para pressionar as empresas a negociar”, afirma Miguel Torres, presidente do Sindicato.
De janeiro a março deste ano, o Sindicato fechou 25 acordos de redução de jornada, que beneficiam cerca de 5.800 trabalhadores. “Os acordos estabelecem reduções gradativas da jornada, o que dá fôlego para as empresas programarem a sua produção”, afirma Miguel Torres.
MANIFESTAÇÃO DIA 13
No próximo dia 13 (terça-feira), às 10h30, o Sindicato participará, junto com a Força Sindical e demais centrais, de uma grande manifestação que vai reunir cerca de 20 mil trabalhadores e dirigentes sindicais de várias categorias em frente à Fiesp (Av. Paulista, 1.313).
“Entregamos uma pauta à Fiesp no dia 12 de março reivindicando a abertura de negociações e, até o momento, não recebemos resposta. Diante da PEC das 40h, que está no Congresso Nacional, os patrões têm feito um discurso de que a redução da jornada deve se dar pela negociação direta, no entanto, a maior federação patronal do País se mantém calada, ignorando a reivindicação dos trabalhadores. As greves vão começar”, rebate Miguel Torres.





























