miguel torresCrédito: Jaélcio Santana
Merecem todo o nosso apoio e reconhecimento os trabalhadores e as trabalhadoras, das mais diversas categorias, que, mesmo correndo os riscos da pandemia do coronavírus, seguem firmes nos locais de trabalho,  fábricas e empresas, trabalhando pelo crescimento produtivo do País.
 
Saúdo também os dirigentes e ativistas sindicais que neste difícil momento não abandonaram as bases, mantiveram-se vigilantes pela saúde e segurança da classe trabalhadora e, através de assembleias, protestos e greves, continuam atuantes na luta para evitar as demissões e a retirada de direitos.
 
Estamos hoje mobilizados nacional e internacionalmente em apoio à greve liderada pela diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), sob a presidência do companheiro Sérgio Butka, contra as estúpidas demissões anunciadas pela Renault de São José dos Pinhais/PR. Os resultados desta luta no Paraná servirão, com certeza, de parâmetro para todo o movimento sindical unificado e atuante.
 
Portanto, é essencial que o SMC consiga, com o nosso apoio, barrar as demissões e fazer com que a Renault volte a negociar alternativas para a manutenção dos empregos.
 
É neste contexto que as campanhas salariais deste segundo semestre serão travadas: em um cenário de recessão econômica, que já existia antes da pandemia, agravada pela crise sanitária do Covid-19, e de ataques ao sindicalismo e à classe trabalhadora.
 
Tudo isto temperado com o costumeiro vitimismo de parcelas do patronato que, mesmo em épocas conturbadas como esta, só pensam naquilo: no lucro insano acima do bem estar da coletividade e dos direitos da classe trabalhadora.
 
Sugerimos, então, a todos os Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais Sindicais, que lutem sim pelo reajuste salarial e pela manutenção das conquistas anteriores das Convenções e Acordos Coletivos.
 
Dando, porém, uma ênfase maior nas pautas de reivindicações e nas negociações aos seguintes temas: 
 
* Manutenção dos empregos;
* Protocolos rígidos de prevenção ao coronavírus, às demais doenças e aos acidentes profissionais, com melhorias permanentes nos ambientes de trabalho;
* Valorização do SUS para beneficiar os trabalhadores e suas famílias com um atendimento público de Saúde cada vez melhor, mais digno e ético;
* Entre outras reivindicações.
 
Vamos à luta. A luta faz a lei!".
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
miguel torresCrédito: Jaélcio Santana
Merecem todo o nosso apoio e reconhecimento os trabalhadores e as trabalhadoras, das mais diversas categorias, que, mesmo correndo os riscos da pandemia do coronavírus, seguem firmes nos locais de trabalho,  fábricas e empresas, trabalhando pelo crescimento produtivo do País.
 
Saúdo também os dirigentes e ativistas sindicais que neste difícil momento não abandonaram as bases, mantiveram-se vigilantes pela saúde e segurança da classe trabalhadora e, através de assembleias, protestos e greves, continuam atuantes na luta para evitar as demissões e a retirada de direitos.
 
Estamos hoje mobilizados nacional e internacionalmente em apoio à greve liderada pela diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), sob a presidência do companheiro Sérgio Butka, contra as estúpidas demissões anunciadas pela Renault de São José dos Pinhais/PR. Os resultados desta luta no Paraná servirão, com certeza, de parâmetro para todo o movimento sindical unificado e atuante.
 
Portanto, é essencial que o SMC consiga, com o nosso apoio, barrar as demissões e fazer com que a Renault volte a negociar alternativas para a manutenção dos empregos.
 
É neste contexto que as campanhas salariais deste segundo semestre serão travadas: em um cenário de recessão econômica, que já existia antes da pandemia, agravada pela crise sanitária do Covid-19, e de ataques ao sindicalismo e à classe trabalhadora.
 
Tudo isto temperado com o costumeiro vitimismo de parcelas do patronato que, mesmo em épocas conturbadas como esta, só pensam naquilo: no lucro insano acima do bem estar da coletividade e dos direitos da classe trabalhadora.
 
Sugerimos, então, a todos os Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais Sindicais, que lutem sim pelo reajuste salarial e pela manutenção das conquistas anteriores das Convenções e Acordos Coletivos.
 
Dando, porém, uma ênfase maior nas pautas de reivindicações e nas negociações aos seguintes temas: 
 
* Manutenção dos empregos;
* Protocolos rígidos de prevenção ao coronavírus, às demais doenças e aos acidentes profissionais, com melhorias permanentes nos ambientes de trabalho;
* Valorização do SUS para beneficiar os trabalhadores e suas famílias com um atendimento público de Saúde cada vez melhor, mais digno e ético;
* Entre outras reivindicações.
 
Vamos à luta. A luta faz a lei!".
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes