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Miguel Torres, reeleito presidente do Sindicato
O governo não irá corrigir a tabela do Imposto de Renda. Isto, na prática, significa aumento de imposto, prejudicando principalmente os assalariados que ganham menos, e representa mais uma promessa de campanha não cumprida pelo Bolsonaro.
 
Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal, o Sindifisco, a isenção hoje é para quem ganha até R$ 1.903,98 por mês (menos de dois salários mínimos).
 
O certo, porém, seria até R$ 4.022,89. Mais de 10 milhões de pessoas ficariam isentas de imposto e, com mais dinheiro no bolso e segurança financeira, poderiam enfrentar melhor a crise e a pandemia, consumindo mais e fazendo a roda da economia girar.
 
Muitos que no ano passado receberam o auxílio-emergencial, por causa desta defasagem, poderão ter que devolver este benefício na forma de imposto de renda. Um absurdo! Uma crueldade!
 
Precisamos de justiça tributária. Para isto precisamos de um governo que amplie a faixa de isenção e de dedução com despesas, crie novas faixas, tribute de forma justa o grande capital, vá atrás dos sonegadores e, a partir do que for arrecadado, garanta serviços melhores e dignos para a população.
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM
e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
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Miguel Torres, reeleito presidente do Sindicato
O governo não irá corrigir a tabela do Imposto de Renda. Isto, na prática, significa aumento de imposto, prejudicando principalmente os assalariados que ganham menos, e representa mais uma promessa de campanha não cumprida pelo Bolsonaro.
 
Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal, o Sindifisco, a isenção hoje é para quem ganha até R$ 1.903,98 por mês (menos de dois salários mínimos).
 
O certo, porém, seria até R$ 4.022,89. Mais de 10 milhões de pessoas ficariam isentas de imposto e, com mais dinheiro no bolso e segurança financeira, poderiam enfrentar melhor a crise e a pandemia, consumindo mais e fazendo a roda da economia girar.
 
Muitos que no ano passado receberam o auxílio-emergencial, por causa desta defasagem, poderão ter que devolver este benefício na forma de imposto de renda. Um absurdo! Uma crueldade!
 
Precisamos de justiça tributária. Para isto precisamos de um governo que amplie a faixa de isenção e de dedução com despesas, crie novas faixas, tribute de forma justa o grande capital, vá atrás dos sonegadores e, a partir do que for arrecadado, garanta serviços melhores e dignos para a população.
 
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, da CNTM
e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes