Governo regulamentou, em 2018, a progressão do fim do incentivo a produtores rurais
Trabalhador rural começa mais cedo e enfrenta informalidadeCrédito: Divulgação

Se o subsídio ao consumo de luz elétrica aos produtores rurais for mantido, a tarifa dos demais clientes ficará 2,09% mais cara em cinco anos, de acordo com cálculos da Aneel (agência nacional de energia).

No fim do ano passado, o governo regulamentou a progressão do fim do subsídio. O incentivo aos consumidores do campo vai terminar paulatinamente, até ser extinto em cinco anos.

Os deputados da bancada ruralista apresentaram um projeto de lei para derrubar o decreto presidencial.

“O que nos espantou foi que um governo no apagar das luzes  assinou um decreto com tamanha abrangência”, afirma Heitor Schuch (PSB-RS), autor da proposta.

O tamanho do subsídio, de cerca de R$ 3 bilhões é, para ele, “um pingo de água no oceano” se comparado aos outros, afirma Schuch.

Para a Abrace (associação dos grandes consumidores), a conta para o resto dos clientes ficará ainda mais alta que os 2,09% previstos pela Aneel.

“Pela nossa conta, a alta será de 3% a 4%, porque nós incluímos impostos que incidem na conta de luz”, diz Paulo Pedrosa, presidente da entidade.

O tema da redução dos subsídios foi tratado pelo governo desde 2016, segundo Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil.

“Há uma lei que passou por audiências públicas e discussões que obriga a reduzir essas subvenções. O decreto do fim do ano passado só materializa o trabalho.”

Para as entidades que acompanham o tema, a bancada ruralista tem força e organização para conseguir aprovar o projeto de lei que derruba o fim dos subsídios.

Trabalhador rural começa mais cedo e enfrenta informalidadeCrédito: Divulgação

Se o subsídio ao consumo de luz elétrica aos produtores rurais for mantido, a tarifa dos demais clientes ficará 2,09% mais cara em cinco anos, de acordo com cálculos da Aneel (agência nacional de energia).

No fim do ano passado, o governo regulamentou a progressão do fim do subsídio. O incentivo aos consumidores do campo vai terminar paulatinamente, até ser extinto em cinco anos.

Os deputados da bancada ruralista apresentaram um projeto de lei para derrubar o decreto presidencial.

“O que nos espantou foi que um governo no apagar das luzes  assinou um decreto com tamanha abrangência”, afirma Heitor Schuch (PSB-RS), autor da proposta.

O tamanho do subsídio, de cerca de R$ 3 bilhões é, para ele, “um pingo de água no oceano” se comparado aos outros, afirma Schuch.

Para a Abrace (associação dos grandes consumidores), a conta para o resto dos clientes ficará ainda mais alta que os 2,09% previstos pela Aneel.

“Pela nossa conta, a alta será de 3% a 4%, porque nós incluímos impostos que incidem na conta de luz”, diz Paulo Pedrosa, presidente da entidade.

O tema da redução dos subsídios foi tratado pelo governo desde 2016, segundo Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil.

“Há uma lei que passou por audiências públicas e discussões que obriga a reduzir essas subvenções. O decreto do fim do ano passado só materializa o trabalho.”

Para as entidades que acompanham o tema, a bancada ruralista tem força e organização para conseguir aprovar o projeto de lei que derruba o fim dos subsídios.