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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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Artigos
Saúde x Economia
sexta-feira, 27 de março de 2020
Artigos
É com apreensão e expectativa que, não apenas os brasileiros, mas o mundo tenta decifrar as melhores diretrizes a serem adotadas diante da pandemia de coronavírus. Enquanto é difícil estimar o impacto na economia global, a corrida tem sido para reduzir a projeção de mortes, que é a que mais preocupa àqueles que têm pais, avós, filhos, amigos, colaborares – enfim, empatia e apreço pela vida humana.
Saúde e economia estão sendo colocados em extremos opostos pelo líder de um governo que, cada vez mais, se descola da incumbência de conduzir a todos nós em detrimento de simplesmente dizer, sem a responsabilidade ou respaldo necessários, o que alguns desejam escutar. Não existe fórmula certa, mas temos a oportunidade de aprender com os erros daqueles que, poucos dias atrás, subestimaram os riscos à saúde pública e hoje não conseguem sequer enterrar todos os seus mortos.
É impossível prever se o comércio ou demais atividades poderão retomar a normalidade em 30 dias, mas é possível se preparar para que a economia não seja uma ameaça, mas proporcione garantias à nossa segurança. Isto se faz com políticas de contingência como o governo já tem anunciado, a exemplo do adiamento do FGTS, dos tributos federais e do crédito de R$ 5 bilhões do FAT para as empresas – medidas insuficientes, mas acertadas se compararmos com a acintosa tentativa de ceifar os salários de quem trabalha e produz.
A economia sobreviverá se a vida sobreviver. Superar este momento exige que a noção destas prioridades seja nítida e compartilhada entre todos. Exige, ainda, ação: que a inércia contribua apenas para restringir a proliferação do vírus e abandone, o quanto antes, os responsáveis pelas necessárias e urgentes medidas para proteger a vida e os empregos. Fique em casa!
Nilton Neco
Presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre





























