A publicação é distribuída nos locais de trabalho e, além disso, dirigentes percorrem empresas dialogando com a categoria e estimulando participação ativa contínua e organizada.
Mais do que informativo, o jornal organiza, portanto, a luta ao reunir atos, mobilizações e articulações que colocaram eletricitários no centro do debate nacional recente.
A mobilização mostrou força: mais de 5 mil trabalhadores foram às ruas em São Paulo e, paralelamente, mais de 300 pressionaram autoridades em Brasília diretamente.
O presidente do Sindicato, Eduardo Annunciato, afirmou que não aceitará decisões precipitadas que coloquem em risco empregos, direitos e estabilidade do setor elétrico das famílias trabalhadoras.
O jornal alerta que a caducidade pode gerar demissões em massa, perda de direitos, insegurança jurídica e impactos no fornecimento de energia à população brasileira.
A pressão organizada abriu diálogo institucional junto ao governo federal e à ANEEL, porém, o processo segue sem decisão final, exigindo mobilização constante ainda hoje.
Com tiragem de 10 mil exemplares, a publicação amplia informação na base e reafirma presença sindical, ouvindo trabalhadores e fortalecendo resistência contra retrocessos sociais importantes.
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