Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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Atos desta sexta reagem às 100 mil mortes e ao desemprego
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sexta-feira, 7 de agosto de 2020
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Atos desta sexta reagem às 100 mil mortes e ao desemprego
Cem mil mortes pela Covid-19 e incerteza sobre o controle da doença; milhões de desempregados, muito subemprego e novos ataques a direitos trabalhistas. Esse cenário, doloroso, mexe com os brios do movimento sindical, que reage.
Crédito: Jaélcio Santana
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, avalia que situação cria uma insegurança permanente no local de trabalho
Nesta sexta, dia 7, será o Dia de Luto e Luta. Onze Centrais e centenas de outras entidades farão atos diversos em todo o País, com várias formas. Em SP, por exemplo, haverá ato presencial na Praça da Sé, ao meio-dia.
Pra falar da iniciativa, a Agência Sindical recebeu em live quarta (5) o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves – Juruna.
TRECHOS PRINCIPAIS:
Tragédia – A data foi escolhida porque o Brasil chega a 100 mil mortes pelo coronavírus. Também protestamos contra a falta de sintonia entre o governo Bolsonaro e os governos estaduais pra combater a pandemia.
Presencial – O ato alertará sobre essa situação trágica. Se as pessoas estão comparecendo aos locais de trabalho, por que não fazer manifestação presencial, bem organizada?
Atos sexta – Cada entidade vai escolher empresas e fazer paralisação ou ato de 100 minutos.
Luto – Os três países com maior índice de contaminação e mortes fizeram corpo mole na pandemia: Estados Unidos, Índia e Brasil.
Economia – Também defenderemos a preservação dos empregos, renda, prorrogação do Auxílio Emergencial, crédito a pequenas empresas, que geram muitos empregos no País.
Atividades – Orientamos ações nas cidades, em praças públicas. Em São Paulo, haverá ato ecumênico na Praça da Sé, ao meio-dia, com as representações religiosas.
#DiaDeLutoeLuta – Vamos repercutir e transmitir todas as ações das Centrais e Sindicatos de todo o Brasil por meio das redes sociais com a #diadelutoeluta.
Protocolos – As Centrais têm dialogado com diversos governos por Protocolos de segurança nos Estados. Também orientamos os sindicalistas a buscar protocolos para as categorias.
Sindicalismo – Na pandemia, o sindicalismo cresce e exerce papel fundamental. Medidas Provisórias nocivas caducaram pela pressão no Congresso. Conseguimos diminuir prejuízos aos trabalhadores.
Voto – Elegeu-se uma pessoa há 28 anos na Câmara sem fazer nada. Temos que eleger governantes comprometidos com as questões sociais e o trabalho.
Ataques – O governo, agora, quer fazer a reforma tributária e mexer no bolso do trabalhador. Diminuir o FGTS de 8% pra 6%. Vamos combater isso.
Consciência – Temos que incentivar a conscientização. O trabalhador tem que saber o que seu Sindicato faz. Conhecer as Medidas prejudiciais em tramitação no Congresso Nacional. O que acontece em Brasília afeta a vida de todos.