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Veja fotos do Lançamento do 1º de Maio Unitário Na manhã desta terça-feira (16) dezenas de lideranças sindicais fizeram uma panfletagem para iniciar a divulgação da celebração do Dia do Trabalhador – 1º de Maio Unificado das Centrais Sindicais foi realizado, no Largo da Concórdia (Estação de Trem do Brás), em São Paulo SP. O evento, este ano, será realizado no Estacionamento da NeoQuímica Arena (Itaquerão – estádio do Corinthians), na Zona Leste da capital paulista, a partir das 10 horas. O 1º de Maio Unitário é organizado pelas centrais sindicais:

  • Central Única dos Trabalhadores (CUT);
  • Força Sindical;
  • União Geral dos Trabalhadores (UGT);
  • Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB);
  • Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST);
  • Central de Sindicatos do Brasil (CSB);
  • Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e
  • Pública – Central do Servidor
Este ano, o lema do 1º de Maio Unificado será “Por um Brasil mais Justo” e vai destacar emprego decente; correção da tabela do Imposto de Renda, juros mais baixos, aposentadoria digna, salário igual para trabalho igual e valorização do serviço público.

Imagem do dia - Força Sindical

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Imprensa

Brasília (DF): Sobrecarga de trabalho no campo é obstáculo para autonomia das mulheres do campo na América Latina

quarta-feira, 20 de março de 2013

Imprensa

Brasília (DF): Sobrecarga de trabalho no campo é obstáculo para autonomia das mulheres do campo na América Latina

Luciano Nascimento

Com jornadas de trabalho quatro a seis horas superiores à dos homens, a sobrecarga de trabalho das mulheres é um dos principais obstáculos à emancipação da mulher no campo. A constatação foi feita hoje (19) durante o Seminário Internacional Políticas Públicas para Mulheres Rurais na América Latina e Caribe. Representantes de 17 países vão avaliar as políticas existentes, visando à proposição de uma agenda futura comum para a região.

“A jornada de trabalho das mulheres do campo costuma começar por volta das 5 horas da manhã e termina em torno da meia-noite. Além do trabalho com os maridos, elas ainda são responsáveis por cuidar das crianças e das atividades domésticas,” disse Carmen Foro, representante da Marcha das Margaridas, movimento que reúne trabalhadoras rurais no Brasil. Ela também defendeu a necessidade de investimento em creches no campo.

Na avaliação da consultora para igualdade de gênero da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Soledad Parada, a baixa remuneração, a dificuldade do acesso à terra e a ausência de políticas de proteção social também estão entre os fatores que dificultam a autonomia das mulheres no campo. “Muitas vezes a família trabalha e o marido recebe o dinheiro, isso acontece desde as lavouras de tabaco da Argentina até as plantações de café no Panamá,” disse. Em função dessa realidade, o órgão estima que 54% das trabalhadoras rurais na região se encontram abaixo da linha de pobreza.

A secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Andrea Butto, destacou a necessidade de se alcançar uma agenda em comum em torno desses temas  como forma de enfrentar as desigualdades na América Latina. “Alguns desafios regionais importantes são o acesso à documentação civil básica, ao crédito rural, à reforma agrária e acesso à terra, além da assistência técnica de extensão rural,” disse.

Andrea disse que alguns temas são alvos de políticas no Brasil. “Hoje nós promovemos o acesso igualitário à terra; as mulheres não aparecem mais como cônjuges. Agora elas são titulares e quem primeiro consta no cadastro da reforma agrária,” disse. Ela informou que o governo pretende construir, até 2014, 3 mil creches para atender tanto aos moradores do campo quanto da cidade.

Durante a abertura do evento o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, defendeu o fortalecimento das políticas de apoio às trabalhadoras rurais e o enfrentamento da violência no campo. Para ele, devem ser aprofundados os debates sobre o acesso de mulheres à terra, ao crédito, à assistência técnica e ao mercado, inclusive de compras governamentais.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: Agência Brasil

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