As centrais sindicais convocaram apoio e solidariedade do movimento sindical à greve dos trabalhadores da Renault em São José dos Pinhais-PR, contra as demissões de mais de 700 trabalhadores. Além dos metalúrgicos, os comerciários de São Paulo e de Guarulhos também participaram da ação.
O protesto nacional, em frente às concessionárias de veículos da Renault, exigiu a suspensão das demissões e abertura imediata de diálogo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec) que representa os trabalhadores. O objetivo, de acordo com Sérgio Butka (presidente do Simec), é achar uma solução pra preservar empregos.
 
No último dia 21 de julho, a Renault demitiu inesperadamente 747 trabalhadores. De acordo com Butka, muitos destes trabalhadores estavam com atestado de saúde, em tratamento médico ou isolamento devido à Covid-19. Os demais trabalhadores da fábrica entraram em greve no dia 22 de julho para exigir a reversão das demissões." Exigimos que o governo adote uma posição firme em relação as demissões. A Renault recebe incentivos fiscais do Estado e segundo a Lei Estadual 15.426/2007, a empresa que recebe incentivos fiscais do Estado deve manter o nível médio de emprego", explica o sindicalista.
 
As mobilizações concentraram-se principalmente no Paraná, nas cidades de Caxias do Sul (RS), capital paulista, nas cidades de São José dos Campos-SP, Guarulhos e Osasco. Em São Paulo, ocorreram atos nas concessionárias nos bairros da Vila Guilherme, Ipiranga e Vila Olímpia. Em Guarulhos, a manifestação foi na concessionária da Vila das Palmeiras.
 
Vejam as cidades onde foram realizadas manifestações em frente às Concessionárias
Caxias do Sul-RS
 
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Metalúrgicos de Caxias de Sul, solidários à luta contra as demissões na Renault
 
O Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região realizou, pela manhã, o protesto em frente à concessionária da Renault da cidade, na Avenida Rubem Bento Alves. O presidente da entidade, Assis Melo, falou sobre a manifestação em solidariedade aos mais de 700 demitidos.
 
O sindicalistas destaca que o protesto é para denunciar a ganância patronal, mas também para prestar solidariedade aos demitidos em São José dos Pinhais. "Uma das maiores montadoras do mundo demitiu 747 trabalhadores. 40% desses trabalhadores estão doentes, com atestados, inclusive com teste positivo de covid-19. Até agora a empresa sequer sentou para discutir com o sindicato de lá uma solução para as demissões de pais de família que perderam o emprego", ressaltou.
 
Guarulhos-SP
 
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O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, filiado à Força Sindical, e Sindicato dos Comerciários também de Guarulhos  realizam ato em frente à concessionária Renault da Cidade. "A manifestação é um gesto de solidariedade contra a demissão de 747 trabalhadores da montadora no Paraná. A unidade local está em greve. A montadora dispensou os trabalhadores sem qualquer negociação com o Sindicato", disseram os sindicalistas.
 
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Josinaldo José de Barros (Cabeça), vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
O vice-presidente, Josinaldo José de Barros (Cabeça), explica que o ato, convocado pelas Centrais, tem adesão de Sindicatos Metalúrgicos por todo o Brasil. “Nesse momento de crise agravada pela pandemia, não podemos permitir que a classe trabalhadora pague a conta com seu emprego”, diz o sindicalista.
 
São José dos Campos-SP
 
metalurgicos-de-sjc-solidariedade-a-renault-1024x654Crédito: Roosevelt Cássio/Sindmetalsjc
Luiz Carlos Prates, representante do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos,  filiado a CONLUTAS,  afirmou que demitir em meio a pandemia é um crime. "Estamos aqui na concessionária da Renault para protestar e prestar nossa solidariedade a greve dos trabalhadores do Paraná . Pela reintegração dos demitidos, já!"
 
São Paulo-SP
 
metalurgicos-de-sao-paulo-solidariedade-aos-trabalhadores-da-reunault-1024x681Crédito: Jaélcio Santana
 
A diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e assistentes participaram dos protestos unificados com dirigentes do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, em frente a concessionárias da Renault contra as 747 de metalúrgicos ocorridas na montadora de São José dos Pinhais/PR.
 
Os atos foram realizados em frente das concessionárias da Renault nos bairros da Vila Guilherme, Ipiranga e Vila Olímpia.
 
Para Miguel Torres, presidente da Força Sindical, da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, a montadora demonstra total insensibilidade social. “Demitir 747 pais de família em plena pandemia do Covid-19 é desumano, uma insensibilidade social inacreditável”.
 
solidariedade-renault-1024x768Crédito: Jaélcio Santana
 
É importante destacar que a greve liderada pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba , filiado à Força Sindical, presidido por Sérgio Butka, que tem como objetivo o retorno imediato das negociações com manutenção dos empregos tem expressivo apoio do movimento sindical brasileiro e internacional.
 
solidariedade-aos-trabalhadores-da-renault-1024x485Crédito: Jaélcio Santana
 
Sindicato dos Comerciários de São Paulo, filiado à UGT,  também participou da manifestação de solidariedade.
O protesto nacional, em frente às concessionárias de veículos da Renault, exigiu a suspensão das demissões e abertura imediata de diálogo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec) que representa os trabalhadores. O objetivo, de acordo com Sérgio Butka (presidente do Simec), é achar uma solução pra preservar empregos.
 
No último dia 21 de julho, a Renault demitiu inesperadamente 747 trabalhadores. De acordo com Butka, muitos destes trabalhadores estavam com atestado de saúde, em tratamento médico ou isolamento devido à Covid-19. Os demais trabalhadores da fábrica entraram em greve no dia 22 de julho para exigir a reversão das demissões." Exigimos que o governo adote uma posição firme em relação as demissões. A Renault recebe incentivos fiscais do Estado e segundo a Lei Estadual 15.426/2007, a empresa que recebe incentivos fiscais do Estado deve manter o nível médio de emprego", explica o sindicalista.
 
As mobilizações concentraram-se principalmente no Paraná, nas cidades de Caxias do Sul (RS), capital paulista, nas cidades de São José dos Campos-SP, Guarulhos e Osasco. Em São Paulo, ocorreram atos nas concessionárias nos bairros da Vila Guilherme, Ipiranga e Vila Olímpia. Em Guarulhos, a manifestação foi na concessionária da Vila das Palmeiras.
 
Vejam as cidades onde foram realizadas manifestações em frente às Concessionárias
Caxias do Sul-RS
 
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Metalúrgicos de Caxias de Sul, solidários à luta contra as demissões na Renault
 
O Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região realizou, pela manhã, o protesto em frente à concessionária da Renault da cidade, na Avenida Rubem Bento Alves. O presidente da entidade, Assis Melo, falou sobre a manifestação em solidariedade aos mais de 700 demitidos.
 
O sindicalistas destaca que o protesto é para denunciar a ganância patronal, mas também para prestar solidariedade aos demitidos em São José dos Pinhais. "Uma das maiores montadoras do mundo demitiu 747 trabalhadores. 40% desses trabalhadores estão doentes, com atestados, inclusive com teste positivo de covid-19. Até agora a empresa sequer sentou para discutir com o sindicato de lá uma solução para as demissões de pais de família que perderam o emprego", ressaltou.
 
Guarulhos-SP
 
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O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, filiado à Força Sindical, e Sindicato dos Comerciários também de Guarulhos  realizam ato em frente à concessionária Renault da Cidade. "A manifestação é um gesto de solidariedade contra a demissão de 747 trabalhadores da montadora no Paraná. A unidade local está em greve. A montadora dispensou os trabalhadores sem qualquer negociação com o Sindicato", disseram os sindicalistas.
 
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Josinaldo José de Barros (Cabeça), vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
O vice-presidente, Josinaldo José de Barros (Cabeça), explica que o ato, convocado pelas Centrais, tem adesão de Sindicatos Metalúrgicos por todo o Brasil. “Nesse momento de crise agravada pela pandemia, não podemos permitir que a classe trabalhadora pague a conta com seu emprego”, diz o sindicalista.
 
São José dos Campos-SP
 
metalurgicos-de-sjc-solidariedade-a-renault-1024x654Crédito: Roosevelt Cássio/Sindmetalsjc
Luiz Carlos Prates, representante do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos,  filiado a CONLUTAS,  afirmou que demitir em meio a pandemia é um crime. "Estamos aqui na concessionária da Renault para protestar e prestar nossa solidariedade a greve dos trabalhadores do Paraná . Pela reintegração dos demitidos, já!"
 
São Paulo-SP
 
metalurgicos-de-sao-paulo-solidariedade-aos-trabalhadores-da-reunault-1024x681Crédito: Jaélcio Santana
 
A diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e assistentes participaram dos protestos unificados com dirigentes do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, em frente a concessionárias da Renault contra as 747 de metalúrgicos ocorridas na montadora de São José dos Pinhais/PR.
 
Os atos foram realizados em frente das concessionárias da Renault nos bairros da Vila Guilherme, Ipiranga e Vila Olímpia.
 
Para Miguel Torres, presidente da Força Sindical, da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, a montadora demonstra total insensibilidade social. “Demitir 747 pais de família em plena pandemia do Covid-19 é desumano, uma insensibilidade social inacreditável”.
 
solidariedade-renault-1024x768Crédito: Jaélcio Santana
 
É importante destacar que a greve liderada pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba , filiado à Força Sindical, presidido por Sérgio Butka, que tem como objetivo o retorno imediato das negociações com manutenção dos empregos tem expressivo apoio do movimento sindical brasileiro e internacional.
 
solidariedade-aos-trabalhadores-da-renault-1024x485Crédito: Jaélcio Santana
 
Sindicato dos Comerciários de São Paulo, filiado à UGT,  também participou da manifestação de solidariedade.