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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores. Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social. Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República . Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades. Feliz aniversário, presidente Lula! Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/

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Mulher

São Paulo (SP): Diferença entre sexos no País continua entre maiores do mundo

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Mulher

São Paulo (SP): Diferença entre sexos no País continua entre maiores do mundo

Apesar de colocação ruim em ranking, Brasil conseguiu acabar com diferenças nas áreas de saúde e educação

LONDRES – A diferença entre homens e mulheres na sociedade brasileira ficou praticamente inalterada no último ano, o que deixa o País com um dos piores resultados da América Latina. É o que mostra o relatório do Fórum Econômico Mundial divulgado nesta quarta-feira, 12.

Ao comparar as condições entre os dois sexos em 130 países, que representam 92% da população mundial, o Global Gender Gap Report 2008 colocou o Brasil em 73º lugar, posição semelhante à ocupada no ano passado (74º). A entidade analisou quatro critérios: participação econômica e oportunidades, acesso à educação, saúde e poder político.

O principal destaque é o fato de o Brasil aparecer como uma das 24 nações que conseguiram acabar com a diferença entre homens e mulheres na área da educação e uma das 36 que eliminaram o intervalo na saúde.

Conforme o Fórum, também houve pequenos avanços na presença da mulher brasileira na força de trabalho e nos ganhos salariais, avaliados no quesito participação econômica. No entanto, o País perdeu muitas posições no critério de poder político, pela fatia reduzida do sexo feminino no Congresso e em cargos ministeriais.

O resultado coloca o Brasil entre os últimos lugares da América Latina e Caribe, atrás de Trinidad e Tobago (19), Argentina (24), Cuba (25), Barbados (26), Costa Rica (32), Panamá (34), Equador (35), Jamaica (44), Honduras (47), Peru (48), Colômbia (50), Uruguai (54), Venezuela (59), Chile (65) e Nicarágua (71).

A região conseguiu destaque no relatório deste ano ao agrupar 18 das 36 nações que eliminaram a diferença entre homens e mulheres na área de saúde, além de registrar seis dos 24 países que acabaram com o intervalo na educação.

Progressos

Nenhum dos 130 países analisados conseguiu zerar a diferença entre homens e mulheres na sociedade. No entanto, mais de dois terços melhoraram seus indicadores, conforme o Global Gender Gap Report 2008.

Para a entidade, o resultado indica que "o mundo em geral fez progressos na direção da eqüidade entre homens e mulheres". O levantamento mostrou que o avanço foi obtido principalmente nas áreas de educação, participação econômica e poder político. Já no segmento de saúde, a diferença entre os sexos aumentou.

Os quatro primeiros colocados – Noruega, Finlândia, Suécia e Islândia – conseguiram fechar em cerca de 80% o intervalo entre os gêneros. Os países nórdicos ocupam, portanto, a liderança do levantamento.

Nova Zelândia, Filipinas, Dinamarca, Irlanda, Holanda e Letônia completam, pela ordem, a lista dos dez primeiros. Já no Iêmen, que ficou em último lugar, apenas 47% das diferenças foram eliminadas.

Países como a Alemanha (11), Reino Unido (13) e Espanha (17) perderam posições, mas continuam entre os vinte primeiros. Os Estados Unidos ocupam a 27ª colocação.

"Uma melhor representação das mulheres em posições de liderança em governos e instituições financeiras é vital não apenas para encontrar soluções para a atual turbulência financeira, mas também para prevenir novas crises no futuro", diz Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, em comunicado.

Fonte: Agência Estado

Fonte: Daniela Milanese, da Agência Estado

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