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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
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Sou a favor da reforma, mas com equilíbrio, diz FHC
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Notícias
Crédito: Arquivo |
No domingo, Fernando Henrique mencionou no Twitter fala do economista Eduardo Moreira, sobre a importância de se conciliar na reforma questões fiscais e um caráter redistributivo. "Eu levei pau para burro dos economistas. Como se eu fosse contra a reforma. Eu sou a favor. Eu só acho que tem que ter equilíbrio."
Fernando Henrique classificou o momento atual como de "paixão". "Vivemos um momento em que a razão, o bom senso, equilíbrio são coisas negativas", disse. "Isso dá guerra, não funciona. O mais desejável é um equilíbrio. É contra a maré ter razoabilidade."
A reunião de Fernando Henrique com os sindicalistas seria fechada à imprensa, mas a Força Sindical avisou jornalistas na véspera. Diante disso, a Fundação FHC decidiu abrir o encontro aos jornalistas que estavam no local.
O ex-presidente fez um discurso de união e classificou a situação do Brasil sob o governo de Jair Bolsonaro como de "insegurança", "desarticulação política" e "aflição".
"O governo está com raiva. Com raiva, não se constrói. Ele [Bolsonaro] comete erros, cria muitos adversários. Não há interesse do governo em diálogo."
Ao responder a pergunta de um dos participantes da reunião sobre a situação de desemprego nas metrópoles e no interior do Brasil, Fernando Henrique comentou: "Não vale a pena comparar. Só chorar."
Fernando Henrique recomendou que os representantes da Força procurassem, além de lideranças políticas, universidades e militares para pensar em soluções para o país.
Questionado por um dos sindicalistas sobre a possibilidade de impeachment de Bolsonaro, FHC ponderou que o procedimento, quando feito, é "traumático" para o país. "Eu, a princípio, não sou favorável", disse o ex-presidente. "O custo é alto. Mas, às vezes, é inevitável."





























