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Criança e Adolescente

Crianças brasileiras preocupam-se mais com a violência, diz pesquisa do UNICEF

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Criança e Adolescente

Crianças brasileiras preocupam-se mais com a violência, diz pesquisa do UNICEF

Pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com crianças e adolescentes de 14 países mostrou que eles estão muito preocupados com questões globais que afetam suas vidas, incluindo violência, terrorismo, conflitos e guerras
Crianças-EreminCrédito: Divulgação

A violência contra crianças e adolescentes foi a maior preocupação, com 67% relatando ser muito preocupante. As crianças e os adolescentes no Brasil (82%), na Nigéria (77%) e no México (74%) são os mais preocupados com essa questão.

A pesquisa ouviu mais de 11 mil pessoas entre 9 e 18 anos e foi lançada na ocasião do Dia Mundial da Criança, lembrado nesta segunda-feira (20).

Crianças e adolescentes no Brasil (82%), na Nigéria (77%) e no México (74%) são os mais preocupados com a violência que afeta meninas e meninos. Foto: Agência Brasil

Crianças e adolescentes no Brasil (82%), na Nigéria (77%) e no México (74%) são os mais preocupados com a violência que afeta meninas e meninos. Foto: Agência Brasil

Pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com crianças e adolescentes de 14 países mostrou que eles estão muito preocupados com questões globais que afetam suas vidas, incluindo violência, terrorismo, conflitos/guerras, mudanças climáticas, pobreza e tratamento injusto dado a refugiados e migrantes.

A violência contra crianças e adolescentes foi a maior preocupação, com 67% relatando ser muito preocupante. Crianças e adolescentes no Brasil (82%), na Nigéria (77%) e no México (74%) são os mais preocupados com a violência que afeta meninas e meninos. Menos de um quarto das crianças e dos adolescentes no Japão (23%) tem grande preocupação com essa questão.

A pesquisa ouviu mais de 11 mil meninas e meninos entre 9 e 18 anos e foi lançada na ocasião do Dia Mundial da Criança, lembrado nesta segunda-feira (20).

Em relação ao Brasil, o levantamento concluiu que as maiores preocupações dos meninos e meninas entrevistados são a violência contra crianças e adolescentes (82%), a má qualidade da educação (81%) e a pobreza (79%).

As crianças e os adolescentes entrevistados no Brasil disseram que os principais problemas sobre os quais os líderes mundiais devem agir são pobreza (18%); fome (17%); má qualidade da educação (17%); má qualidade dos serviços de saúde (10%); e violência contra meninos e meninas (10%).
14 países

Em relação às questões que os afetam pessoalmente, 85% das crianças e dos adolescentes entrevistados nos 14 países apontaram a má qualidade dos serviços de saúde e as ameaças à natureza. A má qualidade da educação foi citada como uma preocupação por 83% dos entrevistados.

Além disso, 66% dos meninos e meninas entrevistados acham que suas opiniões não são ouvidas de forma alguma ou não têm nenhum impacto, enquanto 95% acreditam que o mundo seria um lugar melhor se os líderes globais ouvissem as crianças e os adolescentes.

Nos países analisados, a metade dos meninos e meninas disse que se sente desprotegida quando são tomadas decisões que afetam crianças e adolescentes em todo o mundo.

Além disso, as crianças e os adolescentes em todos os 14 países estão igualmente preocupados com o terrorismo e a má qualidade da educação, com 65% de todos os entrevistados preocupando-se muito com essas questões.

Quatro em cada dez meninos e meninas em todos os 14 países se preocupam muito com o tratamento injusto de crianças e adolescentes refugiados e migrantes em todo o mundo.

As crianças e os adolescentes no México (59%), no Brasil (52%) e na Turquia (52%) são os mais propensos a se preocupar com o tratamento injusto de crianças refugiadas e migrantes em todo o mundo, com quase três em cada cinco crianças e adolescentes mexicanos expressando muito medo, seguidos de mais da metade dos meninos e meninas no Brasil e na Turquia.

Quase metade das crianças e dos adolescentes (45%) em 14 países não confia nos adultos e nos líderes mundiais para tomar boas decisões em prol da infância e da adolescência.

O Brasil tem a maior proporção de crianças e adolescentes (81%) que não confiam nos líderes, seguido pela África do Sul com 69%.
Pesquisa

O UNICEF trabalhou com a empresa global em pesquisas Kantar e sua agência de prospecção de dados, a Lightspeed, para entrevistar as meninas e meninos sobre suas preocupações e atitudes em relação a questões globais, incluindo bullying, conflitos/guerras, pobreza, terrorismo e violência contra crianças e adolescentes.

Os países onde a pesquisa foi realizada são: África do Sul, Brasil, Egito, Estados Unidos, Holanda, Índia, Japão, Malásia, México, Nigéria, Nova Zelândia, Quênia, Reino Unido e Turquia.
Perspectivas ruins

Apesar do progresso global, uma em cada 12 crianças e adolescentes em todo o mundo vive em países onde suas perspectivas atuais são piores do que as de seus pais anos atrás, segundo análise do UNICEF realizada para o Dia Mundial da Criança.

De acordo com a análise, 180 milhões de crianças e adolescentes vivem em 37 países onde estão mais propensos a viver em extrema pobreza, estar fora da escola ou ser mortos por morte violenta do que as meninas e os meninos vivendo nesses países há 20 anos.

O Dia Mundial da Criança — que marca o aniversário da adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança — é lembrado com eventos globais envolvendo artistas, políticos, atletas, entre outras personalidades, visando chamar a atenção da sociedade para a importância da participação dessa população nas decisões que afetam sua vida.

Fonte: Site ONU

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