luta contra os juros altosCrédito: Jaélcio Santana

A Força Sindical e demais centrais realizaram hoje (dia 28)  protesto contra os juros altos em frente a sede do Banco Central em São Paulo. “Nossa luta é para tentar sensibilizar o governo para que ele mude o foco e passe a fomentar a indústria e que promova o crescimento da economia”, afirmou Miguel Torres, presidente da Central. No ato, sob a vaia dos trabalhadores, as centrais deram três medalhas para ironizar as situações que querem ver extintas: os juros altos (1º lugar); o desemprego (2º lugar) e recessão (3º lugar).

luta contra os juros altosCrédito: Jaélcio Santana

Miguel disse que cada vez a situação fica mais difícil. “Já está provado que a política de juros altos para combater a inflação não tem mais efeito positivo e acumula efeitos negativos, como a queda do poder de compra dos trabalhadores. Temos que colocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento e combater as ações negativas, como o fortalecimento do capital estrangeiro, em detrimento da empresa nacional, por exemplo, as plataformas da Petrobras serão compradas na China”, declarou.

luta contra os juros altosCrédito: Jaélcio Santana

Para o presidente da Força sindical, é preciso rebater o argumento dos partidários do governo que consideram golpe tudo que falam sobre o governo. “Golpe é o que estão fazendo com os trabalhadores. Temos que enfrentar a situação com cuidado e manter nossa unidade para, quando a crise passar, termos a mesma organização”, destacou.

João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Central, ressaltou que os juros altos contribuem muito para a crise econômica e leva a redução de produção e empregos. Também manifestaram a indignação sobre os juros altos e lembraram que o protesto ocorria no mesmo dia que começou a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) para definir a taxa básica de juros.

O 1º secretário da Força Sindical Sergio Luiz Leite, Serginho, lembrou que aumentar juros privilegia banqueiros e o mercado financeiro enquanto os chamados setores sociais ficam com pouco recursos como saúde e educação.

luta contra os juros altosCrédito: Jaélcio Santana

A Força Sindical e demais centrais realizaram hoje (dia 28)  protesto contra os juros altos em frente a sede do Banco Central em São Paulo. “Nossa luta é para tentar sensibilizar o governo para que ele mude o foco e passe a fomentar a indústria e que promova o crescimento da economia”, afirmou Miguel Torres, presidente da Central. No ato, sob a vaia dos trabalhadores, as centrais deram três medalhas para ironizar as situações que querem ver extintas: os juros altos (1º lugar); o desemprego (2º lugar) e recessão (3º lugar).

luta contra os juros altosCrédito: Jaélcio Santana

Miguel disse que cada vez a situação fica mais difícil. “Já está provado que a política de juros altos para combater a inflação não tem mais efeito positivo e acumula efeitos negativos, como a queda do poder de compra dos trabalhadores. Temos que colocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento e combater as ações negativas, como o fortalecimento do capital estrangeiro, em detrimento da empresa nacional, por exemplo, as plataformas da Petrobras serão compradas na China”, declarou.

luta contra os juros altosCrédito: Jaélcio Santana

Para o presidente da Força sindical, é preciso rebater o argumento dos partidários do governo que consideram golpe tudo que falam sobre o governo. “Golpe é o que estão fazendo com os trabalhadores. Temos que enfrentar a situação com cuidado e manter nossa unidade para, quando a crise passar, termos a mesma organização”, destacou.

João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Central, ressaltou que os juros altos contribuem muito para a crise econômica e leva a redução de produção e empregos. Também manifestaram a indignação sobre os juros altos e lembraram que o protesto ocorria no mesmo dia que começou a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) para definir a taxa básica de juros.

O 1º secretário da Força Sindical Sergio Luiz Leite, Serginho, lembrou que aumentar juros privilegia banqueiros e o mercado financeiro enquanto os chamados setores sociais ficam com pouco recursos como saúde e educação.