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Memória Sindical

Marchas da Classe Trabalhadora

sexta-feira, 29 de março de 2013

Memória Sindical

Marchas da Classe Trabalhadora

Entre 2004 e 2009, as Marchas da Classe Trabalhadora pressionaram o governo e conquistaram importantes avanços, dentre os quais se destacam a política de valorização do salário mínimo até 2015
 

Em 2000, sindicalistas da Força Sindical realizaram uma Marcha pela elevação do salário mínimo, que era de cerca de duzentos reais, para cem dólares, e pela recuperação do Fundo de Garantia (defasado devido a falta de correção).

Cerca de 150 trabalhadores marcharam a pé de São Paulo a Brasília.

Segundo Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, “fomos a pé daqui para Brasília, em uma viagem de 31 dias. Acampávamos todos

os dias. Foi uma luta que uniu as principais categorias: metalúrgicos, trabalhadores da construção civil, da alimentação, costureiras, químicos, comerciários. Todos os grandes Sindicatos da época nos ajudaram”. (Força Sindical, 20 anos de lutas, 2011.)

O evento foi um marco a partir do qual se iniciou, em 2004, uma sequência de Marchas da Classe Trabalhadora com a participação de todas as Centrais Sindicais – Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST).

Entre 2004 e 2009 foram realizadas seis Marchas da Classe Trabalhadora, enfatizando temas como a redução da jornada sem redução de salário, a luta pelo trabalho decente e reforçando a unidade de ação do movimento sindical.

A 6ª Marcha, que contou com a participação de mais de 40 mil pessoas de todos
os Estados e setores econômicos, costurou um histórico acordo com o governo federal, no qual a Lei 12.382, de março de 2011, garante a política de valorização do salário mínimo até 2015. Tal reajuste, que levou o salário mínimo a ter uma valorização de 55% de aumento real, baseia-se na inflação do ano anterior somada à variação do PIB de dois anos regressos.

Depois de quatro anos sem a realização da Marcha, o ano de 2013 começou com a reedição do evento. A retomada desta forma de luta se fez necessária devido à necessidade de pressionar o governo federal e o Congresso Nacional pela retomada dos investimentos públicos e por salários e empregos de qualidade no Brasil, com a garantia de contrapartidas sociais.

Com o tema “Desenvolvimento, Cidadania e Valorização do Trabalho”, a 7ª Marcha reivindicou o fim do Fator Previdenciário, a redução da jornada de trabalho (sem redução salarial), uma política de valorização dos aposentados, reforma agrária, igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, 10% do PIB para a educação, 10% do orçamento da união para a Saúde, correção da tabela do Imposto de Renda, ratificação da Convenção OIT/158, regulamentação da Convenção OIT/151, ampliação do investimento público, desenvolvimento econômico (com distribuição de renda, emprego, trabalho decente, manutenção e ampliação de direitos) e justiça social.

Desta vez, a plataforma de lutas foi orientada pela Agenda elaborada no 2º Conclat (Congresso Nacional das Classes Trabalhadoras), em junho de 2010, em São Paulo.

Segundo João Guilherme Vargas Neto, a 7ª Marcha reafirmou o papel histórico do movimento sindical dos trabalhadores, maior movimento social brasileiro e, hoje, vanguarda do movimento sindical no mundo inteiro.

Ainda em suas palavras, “de forma pacífica, imponente e colorida, os 60 mil participantes – cujo comparecimento superou todas as expectativas – deram
a mais vigorosa demonstração de força em defesa das exigências dos trabalhadores por desenvolvimento, cidadania e valorização do trabalho”.

Fonte: Carolina Maria Ruy

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