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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores. Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social. Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República . Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades. Feliz aniversário, presidente Lula! Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/

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Artigos

Lutar para garantir direitos

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Artigos

Lutar para garantir direitos

Por: Rivaldo Morais da Silva

As Centrais Sindicam acabam de entregar um documento ao vice-presidente da República Michel Temer anunciando que são contra a idéia de acabar com o projeto político que tirou milhões de brasileiros da miséria, valorizou o trabalho e aumentou a renda. Claro,na hipótese de Temer assumir a Presidência da República, com a aprovação pelo Senado do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Filiado à Força Sindical, o nosso sindicato apóia a iniciativa das Centrais Sindicais e cerra fileiras com todo o movimento sindical brasileiro na luta para impedir a flexibilização dos direitos trabalhistas, como o negociado valer mais do que as normas legais, redução dos dias de férias e fim do 13º salário. Temos que protestar nas ruas se o Congresso mexer nos nossos direitos.

Mas não é só isso. A maioria dos parlamentares é favorável ao fim da política de valorização do salário mínimo, motor do aumento do consumo popular e do crescimento econômico nos últimos anos. É bom lembrar que a política de reajuste do mínimo foi negociada entre governo e Centrais Sindicais.

Cerca de 50 projetos tramitam  hoje no Congresso e têm o objetivo de reduzir direitos trabalhistas e sociais. Se chegar à Presidência, o novo governo será pressionado, ainda, a instituir a aposentadoria por idade, uma das principais reivindicações dos setores neoliberais.

Os trabalhadores e trabalhadoras defendemos com vigor a imediata retomada do crescimento econômico, da geração de emprego, de renda e da preservação e ampliação dos direitos trabalhistas e das conquistas sociais.

Como destaca a carta das Centrais Sindicais: “Os trabalhadores anseiam por melhores condições na saúde, de educação, de segurança, de emprego e transporte, pelo combate sistemático à corrupção, pelo fortalecimento das negociações coletivas e do financiamento da atividade sindical, com foco na organização e na representatividade”.

Nós, frentistas de São Paulo, almejamos que o governo negocie com os trabalhadores e construa uma agenda voltada para o desenvolvimento e para o crescimento econômico, com distribuição de renda e valorização do trabalho. O Brasil que queremos é resultado da seguinte agenda:

·       Implantação urgente de uma política de desenvolvimento nacional;
·       Mudanças na política econômica capazes de combater o desemprego, aumentar a renda e manter direitos sociais;
·       Correção da tabela do Imposto de Renda;
·       Renegociação da dívida interna;
·        Fortalecimento e retomada do protagonismo histórico do Ministério do Trabalho e Emprego;
·        Criação de condições para o aumento da produção e da exportação;
·        Juros menores;
·        Desenvolvimento de uma política que fortaleça a indústria nacional e reconstrua nosso parque industrial, voltada principalmente para os setores de infraestrutura, petróleo, construção civil e pesada;
·        Manutenção e ampliação dos programas voltados para a diminuição das desigualdades sociais;
·        Fortalecimento da política de valorização do salário mínimo como forma de distribuir renda;
·       Política de valorização e melhorias nos benefícios para os aposentados e pensionistas;
·        Não à retirada de direitos na Reforma da Previdência;
·        Mais investimentos em saúde, educação, transporte e segurança;
·        Desenvolvimento de uma política de valorização dos servidores públicos.

Rivaldo Morais da Silva, presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo (Sinpospetro-SP) e vice-presidente da Federação Nacional dos Frentistas (Fenepospetro)

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