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Centrais fazem ato contra juros altos na Paulista
terça-feira, 28 de abril de 2026
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Centrais protestam na Paulista contra juros de 14,75% e cobram redução para estimular empregos, renda e crescimento econômico

Sindicalistas ocupam Avenida Paulista por redução da taxa básica de juros
As centrais sindicais realizaram, nesta terça-feira, 28 de abril, um ato contra os juros altos em frente ao Banco Central, na Avenida Paulista. Além disso, a mobilização reuniu trabalhadores e lideranças sindicais de diversas categorias.
Durante o protesto, os manifestantes cobraram, de forma enfática, a redução imediata da Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano. De acordo com eles, esse patamar elevado freia investimentos produtivos e limita o crescimento econômico.
Nesse sentido, as lideranças sindicais ressaltaram que juros elevados encarecem o crédito e, consequentemente, reduzem o consumo. Como resultado, comprometem a geração de empregos, afetando diretamente a renda e as condições de vida da população.
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, criticou duramente a política monetária. De acordo com ele é inaceitável a política monetária conduzida pelo Banco Central do Brasil.
“Manter juros em níveis excessivos, prejudica o crescimento econômico e desestimula investimentos produtivos”, afirmou o líder sindical.
“Juros altos penalizam diretamente os trabalhadores”.

Adriano Lateri: A unidade das centrais sindicais fortalece essa luta
Nesse sentido, as lideranças sindicais ressaltaram que juros elevados encarecem o crédito e, consequentemente, reduzem o consumo. Como resultado, comprometem a geração de empregos, afetando diretamente a renda e as condições de vida da população.
Durante o ato, Adriano Lateri, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e vice-presidente da Força Sindical SP, destacou a importância da mobilização conjunta. Para ele:
“A unidade das centrais sindicais fortalece essa luta, amplia a pressão social e mostra que os trabalhadores estão mobilizados por mudanças concretas na política econômica”.
Em seguida, Josimar Andrade, dirigente da UGT, enfatizou os impactos no comércio. De acordo com ele:
“Taxas de juros elevadas prejudicam o comércio, encarecem o crédito, reduzem o consumo e, consequentemente, afetam diretamente a manutenção e a geração de empregos”.
Na mesma linha, o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), reforçou as críticas. De acordo com ele, juros altos travam a economia, impedem o desenvolvimento industrial e limitam o crescimento do país.
“Defendemos uma redução imediata da taxa básica”.
Por sua vez, o presidente da CTB, Adilson Araújo, apontou distorções na política econômica. Ele afirmou:
“A economia real sofre, exigindo uma política voltada ao crescimento sustentável e à geração de empregos”.
Representando a CUT, Antonio Neto defendeu mudanças estruturais. Além disso, destacou a necessidade de valorizar o trabalhador e garantir serviços públicos de qualidade.
“Isso passa necessariamente pela redução da taxa de juros”.
Também pela CUT, Daniel Bispo Calazans, secretário-geral da CUT São Paulo reforçou a pauta e ressaltou que a luta é por juros menores e mais renda para a população.
“Queremos políticas econômicas que priorizem o desenvolvimento social e a valorização do trabalho”.
Por sua vez, Luiz Gonçalves (Luizinho), presidente da Nova Central-SP, enfatizou a necessidade de crescimento.
“Não haverá crescimento econômico consistente enquanto os juros permanecerem elevados, pois isso trava investimentos, reduz a produção e limita oportunidades”.

Os participantes entoaram palavras de ordem por menos juros, mais renda e educação, destacando que a unidade das centrais fortalece a pressão por mudanças
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