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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
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Força Sindical e FENAM articulam defesa do trabalho médico
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
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Miguel Torres e Geraldo Ferreira debatem ações contra a precarização do trabalho médico, articulação internacional e direitos da categoria
Os presidentes da Força Sindical, Miguel Torres, e da Federação Nacional dos Médicos – FENAM, Geraldo Ferreira, reuniram-se nesta sexta-feira, 11, na sede da Central, em São Paulo, para debater diversos assuntos referentes a categoria.
Durante o encontro, os dirigentes falaram sobre estratégias conjuntas para enfrentar a precarização do trabalho médico no Brasil e fortalecer a articulação sindical internacional da categoria.
Entre as propostas debatidas, destaque para a criação de uma entidade ibero-americana, reunindo organizações das Américas, de Portugal e da Espanha em defesa dos médicos.
De acordo com Geraldo, a iniciativa pretende enfrentar contratos sem direitos trabalhistas, insegurança jurídica, condições extremamente difíceis de trabalho, além da violência e do assédio sofridos pelos profissionais médicos.
Para Miguel Torres, a organização sindical precisa acompanhar as transformações nas relações de trabalho e construir respostas coletivas diante do avanço da precarização entre os médicos.
“Precisamos fortalecer a organização dos médicos e combater toda forma de precarização. Trabalho digno exige direitos, segurança, jornada adequada, respeito e valorização profissional”, afirmou Miguel Torres.
Além disso, os dirigentes debateram uma articulação para levar à OIT, em 2027, uma proposta de recomendação internacional destinada à promoção efetiva do trabalho médico decente.
A proposta deverá defender contratos legais, direitos trabalhistas e sociais, jornadas adequadas, proteção contra violência e assédio, autonomia profissional e remuneração justa para todos médicos.
De acordo com o presidente da Fenam, a iniciativa internacional poderá estabelecer parâmetros importantes para enfrentar problemas que atingem médicos em diferentes países e garantir condições dignas de trabalho.
“Queremos avançar internacionalmente na defesa do trabalho médico decente, com contratos legais, direitos trabalhistas e sociais, autonomia, remuneração justa e proteção contra violência e assédio”, destacou Geraldo.
Confederação Nacional dos Médicos entra no debateOutro tema da reunião foi a criação da Confederação Nacional dos Médicos, iniciativa destinada a ampliar a organização, representação e capacidade de mobilização da categoria.
Nesse processo, os sindicalistas destacaram o papel da Força Sindical na articulação política e sindical necessária para fortalecer a entidade e ampliar sua representação nacional.
“A Força Sindical está à disposição para contribuir com essa articulação. Uma categoria forte precisa de organização, unidade e representação para defender seus direitos”, acrescentou Miguel Torres.
Por fim, Miguel Torres e Geraldo Ferreira debateram uma mediação para audiência com Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, sobre a situação dos médicos.
A audiência deverá reforçar a campanha contra a precarização do trabalho médico no Brasil e apresentar reivindicações voltadas à garantia de direitos, segurança e valorização.
“Precisamos colocar a precarização do trabalho médico no centro do debate. Queremos dialogar com o governo e construir medidas concretas que garantam relações de trabalho dignas”, concluiu Geraldo Ferreira.

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