Custo da Cesta básica tem comportamento diferenciado nas capitais pesquisadasCrédito: Divulgação
A cesta básica sente o impacto da alta na carne, arroz, óleo de soja e outros alimentos essenciais. O Dieese capta essa carestia na pesquisa mensal sobre o valor da cesta nas Capitais. Das 17 cidades pesquisadas, 16 registraram elevação no mês de novembro.
Carne bovina é o produto com maior variação de preço, em todas as cidades pesquisadas. Subiu desde 1,64%, em João Pessoa, até 18,41%, em Brasília. “A baixa disponibilidade do gado para abate e as exportações produziram o aumento nos preços”, diz o documento.
 
“A cesta de São Paulo já chegou a R$ 629,18. Como o salário mínimo líquido é de R$ 960,00, o trabalhador tem um valor de sobra aproximado de R$ 330,00 para o resto das despesas”, afirma Patrícia Costa, supervisora de pesquisas do Dieese.
 
Mínimo – A pesquisa aponta que, com base na cesta mais cara, o salário mínimo atual deveria ser de R$ 5.289,53. Esse valor corresponde a 5,06 vezes o mínimo vigente, ou seja, R$ 1.045,00.
 
“Estamos preocupados com a postura do governo em relação ao salário mínimo, até porque se fala em reajuste negativo. Além disso, a energia e o gás também subiram. Para famílias de baixa renda, isso impacta muito. Na prática, estão trabalhando pra sobreviver”, diz Patrícia.
Custo da Cesta básica tem comportamento diferenciado nas capitais pesquisadasCrédito: Divulgação
A cesta básica sente o impacto da alta na carne, arroz, óleo de soja e outros alimentos essenciais. O Dieese capta essa carestia na pesquisa mensal sobre o valor da cesta nas Capitais. Das 17 cidades pesquisadas, 16 registraram elevação no mês de novembro.
Carne bovina é o produto com maior variação de preço, em todas as cidades pesquisadas. Subiu desde 1,64%, em João Pessoa, até 18,41%, em Brasília. “A baixa disponibilidade do gado para abate e as exportações produziram o aumento nos preços”, diz o documento.
 
“A cesta de São Paulo já chegou a R$ 629,18. Como o salário mínimo líquido é de R$ 960,00, o trabalhador tem um valor de sobra aproximado de R$ 330,00 para o resto das despesas”, afirma Patrícia Costa, supervisora de pesquisas do Dieese.
 
Mínimo – A pesquisa aponta que, com base na cesta mais cara, o salário mínimo atual deveria ser de R$ 5.289,53. Esse valor corresponde a 5,06 vezes o mínimo vigente, ou seja, R$ 1.045,00.
 
“Estamos preocupados com a postura do governo em relação ao salário mínimo, até porque se fala em reajuste negativo. Além disso, a energia e o gás também subiram. Para famílias de baixa renda, isso impacta muito. Na prática, estão trabalhando pra sobreviver”, diz Patrícia.