Menu

Mapa do site

Emissão de boleto

Nacional São Paulo

Emissão de boleto

Nacional São Paulo
8 OUT 2025

Imagem do dia

Seminário Pré-COP30; FOTOS

Imagem do dia - Força Sindical

Enviar link da notícia por e-mail

Artigos

A taxa de juros e o bode na sala

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Artigos

A taxa de juros e o bode na sala

Por: Paulo Kliass

É importante reconhecer que a decisão de Dilma muda uma tendência anterior. Mas, por enquanto, não muito mais do que isso. Há bastante espaço e urgência para avançar na redução da taxa SELIC. E as decisões dessa natureza têm que ser impactantes, caso contrário perder-se-ão nas contas das planilhas dos operadores das instituições financeiras.

Paulo Kliass

A reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM) de 30 e 31 de agosto decidiu pela redução da taxa de juros oficial do governo, a SELIC. Assim, a remuneração mínima de ativos financeiros no Brasil passou de 12,5% para 12,0% ao ano. A reação divulgada pelos grandes órgãos de comunicação ao anúncio da nova taxa foi diversificada. Desde a crítica pesada e o chororô frustrado da crítica da ortodoxia financista ao ufanismo chapa-branquista de quem já estava com o grito de comemoração de gol entalado na garganta, antes mesmo da cobrança do pênalti. A análise mais equilibrada pode parecer difícil, mas tentaremos chegar lá, aos poucos.

Antes de mais nada, vamos recuperar um pouco de nossa memória – essa mesma que tende a ficar tão rarefeita e esquecida em nosso inconsciente social coletivo de Nação. Observar bem a realidade concreta, para então tirar as conclusões. Desde a posse da Presidenta Dilma, essa foi a sexta vez qu e a diretoria do Banco Central (BC) se reuniu sob a denominação de COPOM – são os mesmos 8 integrantes da Diretoria Colegiada do BC: o Presidente Tombini e os demais 7 diretores. Ao longo das 5 reuniões anteriores, a seqüência havia sido altista. Em janeiro, a SELIC foi elevada de 10,75% para 11,25%. Em março, mais um aumento de 0,5%. Em abril, ela passa de 11,75% para 12,0%. Em junho, o COPOM eleva em 0,25%. E, julho, ela sobe de 12,25% para 12,5%. Ufa! E durma-se com os juros tão altos assim!

A última vez que o COPOM havia decidido por uma redução da SELIC foi ainda sob a gestão de Lula na Presidência da República e Henrique Meirelles no BC. Lá se vão mais de 2 anos, quando em julho de 2009, a taxa foi reduzida de 9,25% para 8,75%. Naquele momento, a decisão fazia parte do menu mais amplo de medidas para atenuar os efeitos da crise internacional sobre nossa economia. Mas a bonança durou pouco, pois logo depois, em abril de 2010, a SELIC volto u a subir. A desculpa de sempre era a tal “exigência do mercado”…

A verdade é uma só: na semana passada, a equipe econômica não optou por nada de extraordinário. O Brasil apenas reduziu a taxa oficial de remuneração dos títulos do Tesouro Nacional de minúsculos 0,5% ao ano! Como diz o outro, um quase-nada. E tudo isso em um contexto internacional onde a maioria dos países do mundo mais desenvolvido desenvolve políticas monetárias de taxa de juros real negativa ou próxima de zero.

A preocupação em não alterar muito os ânimos dos representantes do mercado financeiro se expressa melhor por outras variáveis, por outras informações. É lógico que eles reclamam, estão na função deles. Afinal, prefeririam que a SELIC fosse mantida ou mesmo elevada. Mas o fato é que a Presidenta Dilma já havia anunciado na semana anterior que o governo tinha decidido aumentar a meta de superávit primário em 0,5% do PIB. Ou seja, assegurar que o governo fará o possível e o impossível para transferir ainda mais recursos orçamentários para fins de pagamento de juros da dívida pública. A conclusão é evidente: com uma mão abaixa a taxa SELIC. Mas com a outra, de forma nada sutil, o governo se dispõe a deslocar ainda mais recursos para o setor que menos contribui para o desenvolvimento, a produção e a geração de emprego e renda em nosso País. O parasitismo financeiro continua intocável, nadando tranqüilo no ganho fácil proporcionado pelos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional.

O intervalo superior da meta de inflação para os próximos 12 meses continua sendo de 6,5%. Com a taxa de juros em vigor, a menor rentabilidade possível, aquela para iniciante de aprendiz de operador de mercado financeiro, oferecida pelo governo brasileiro é superior a 5%. Não existe país nenhum no mundo que ofereça tal ganho! Se imaginarmos ainda que os especialistas do mundo das finanças operam com expect ativas de valorização da nossa moeda nacional “y otras cositas más”, aplicar recursos em nossas praias financeiras ainda é certeza de ganho insuperável. Título do tesouro norte-americano mal supera o 0% de rentabilidade. Títulos de países europeus não costumam ser maiores que 1% anual. Mas conosco é diferente! Nós garantimos o interesse do especulador financeiro internacional.

E para que não paire a menor dúvida a respeito das verdadeiras intenções do governo, lá está previsto na Lei Orçamentária da União: a rubrica “juros e encargos da dívida pública” apresenta a generosa dotação inicial de R$ 170 bilhões, equivalente a quase 1/3 do total das despesas correntes da União para 2011 [1]. Na verdade, o valor final será bem mais elevado, pois o estoque da dívida pública está em torno de R$ 1,8 trilhão. A um custo anual mínimo de 12% da SELIC, a despesa que o Brasil fará em 2011 com os juros de sua dívida se aproxima dos R$ 220 bilhões.

Pois bem, dito tudo isso, o que sobra de ânimo para falar a respeito da queda de 0,5% decidida pelo COPOM? Como se pode ver, muito pouco! É óbvio que dentre os cenários excludentes de: i) alta; ii) manutenção; ou iii) queda da SELIC, o último é que menos desgaste provoca na economia. Mas, considerando as circunstâncias mais gerais, o quadro está mais para o “bode saindo da sala” do que outra coisa. As decisões anteriores, durante anos, têm sido tão prejudiciais, que agora tentam nos vender essa reduçãozinha quase ridícula como uma decisão de peso e significativa.

A dinâmica de reuniões do COPOM obedece a um calendário pré-fixado de um encontro a cada 45 dias. Caso seja esse ritmo de redução da taxa de juros, seu impacto efetivo para provocar conseqüências positivas para a economia e a sociedade deverá durar muito tempo. Até lá, mais uma vez, como que para comprovar a triste sina dessa terra, te remos mais uma vez perdido o bonde da História, que insiste em nos chamar lá na plataforma da estação. E ainda há aqueles que tentam nos segurar, impedindo que rompamos o círculo vicioso dessa verdadeira dependência química em relação aos juros elevados.

Ora, Paulo – perguntarão alguns, com toda razão – mas então por qual motivo as instituições financeiras estão criticando a recente decisão do COPOM? Nesse caso, a resposta é simples. Os chamados “especialistas do mercado financeiro” estão atolando as colunas “dinheiro”, “economia”, “mercado” e que-tais com críticas à redução de 0,5% pois gostariam que o COPOM houvesse decidido na direção contrária. É claro! Afinal, esse é o ganha-pão mais seguro e menos dispendioso dos bancos. Além disso, há uma outra razão – essa sim – mais esperta e perigosa. Começam a circular matérias e editoriais criticando a suposta perda de independência do Banco Central com a decisão, pois teria havido uma pressão “política” da Presidenta sobre os sacrossantos conteúdos da “neutralidade técnica” dos integrantes do BC. Conclusão digna de nota dez no quesito malandragem: essa mudança levaria a maior grau de incerteza sobre a condução da política econômica nos meses a seguir, maior insegurança no interior do “todo poderoso deus mercado” e expectativas de elevação da SELIC no futuro próximo!

No entanto, não custa recordar que o Banco Central deve ser um dos agentes de execução da política monetária do governo. No regime presidencialista cabe a Dilma Roussef conduzir, com os instrumentos de contraponto do Congresso Nacional, a política econômica do País. Para o bem ou para o mal. Se ela e sua equipe considerarem que é necessário baixar os juros, não será um núcleo de tecnocratas sem legitimidade política que poderá decidir em sentido contrário. Essa balela de independência do BC vem rolando desde os últi mos 4 mandados de FHC a Lula, travestido do discurso enganador a respeito de suposta tecnicalidade das decisões de política monetária. Ora, com um ex-presidente internacional de um dos maiores bancos do mundo por 8 longos anos à frente do nosso BC – como foi o caso de Henrique Meirelles – onde fica a neutralidade de suas decisões? Lula gostava de papagaiar essa ladainha durante o tempo em que ficou no Planalto. Definitivamente, não há espaço para neutralidade técnica! A questão é sempre de natureza política: seja pela omissão do chefe do executivo, seja pela decisão de assumir o comando dos rumos da economia. Afinal, omitir-se também é uma decisão política – inteligente, dirão alguns – pois joga nos ombros apenas dos responsáveis pela economia a responsabilidade por eventuais falhas, dificuldades ou fracassos das opções adotadas. E o ocupante da Presidência da República poderá sempre sair pela tangente, ileso do possível desgaste provocado.

Assim, é importante reconhecer que a decisão de Dilma muda uma tendência anterior. Mas, por enquanto, não muito mais do que isso. Há bastante espaço e urgência para avançar na redução da taxa SELIC. E as decisões dessa natureza têm que ser impactantes, caso contrário perder-se-ão nas contas das planilhas dos operadores das instituições financeiras. Quem se lembra de como foram saudadas as oportunidades em que o Ministro Mantega anunciou a disposição em tributar o recurso externo especulativo? Mas as taxas eram tão ridiculamente diminutas que nada mudou a disposição do capital especulativo de para cá se dirigir. A festança continua, às custas do sacrifício de toda a sociedade. O mesmo raciocínio se aplica a essa decisão de 0,5% na SELIC.

O governo precisa, de uma vez por todas, se desvencilhar das amarras que o prendem aos interesses do setor financeiro. E, para tanto, é necessária a coragem política para a mudança. A grande maio ria da sociedade tem demonstrado, por mais de uma década, que não concorda com o arrocho monetário e muito menos com a transferência de recursos para uma atividade comprovadamente estéril. O Brasil deve reduzir, de forma urgente, o nível da SELIC para algo próximo 6% ao ano, de forma que a taxa real fique em torno de 1,5% ao ano.

Com isso, o fluxo do capital especulativo externo seria sensivelmente diminuído. Ótimo! Nossas contas externas seriam menos pressionadas e a taxa de câmbio encontraria um patamar mais realista, sem a atual artificialidade do real sobrevalorizado. E o quadro atual de crise externa é bem propício para tais mudanças. Poderemos voltar mais nossa preocupação para o fortalecimento do mercado interno, para cuidar da reversão da tendência perigosa de desindustrialização e, principalmente, termos mais recursos orçamentários para investir em saúde, educação e infra-estrutura, uma vez que as despesas com juros da dívida púb lica serão substancialmente reduzidos.

Nesse caso – aí, sim! – estaríamos tratando das causas estruturais das dificuldades da casa da nossa parábola inicial e não apenas sugerindo ao chefe da família que colocasse o bode para dentro da sala.

(*) Analogia com o dito popular segundo o qual o chefe de uma família se dirige ao líder espiritual da comunidade para reclamar das enormes dificuldades que os seus entes queridos estão passando. Crianças doentes, pouco dinheiro, casa pequena, todos dormindo empilhados na sala, etc. E o líder recomenda que ele coloque um bode dentro da sala. Assustado, tenta reclamar do absurdo, que aquilo só iria piorar a situação e coisa e tal, mas a recomendação se mantém. Uma semana depois, com a crise insustentável, volta ao chefe religioso, ainda mais desesperado. E este lhe diz: “Meu filho, agora tire o bode da sala. Tenho certeza de que todos vão sentir como a situação terá melhorado!”.

[1] Ver aqui na página da Comissão Mista do Orçamento

Paulo Kliass é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10

1º de Maio: unidade, valorização do trabalho e luta por direitos
Sérgio Luiz Leite, Serginho

1º de Maio: unidade, valorização do trabalho e luta por direitos

Dois projetos de mundo em confronto: uma análise de conjuntura para a classe trabalhadora
Eusébio Pinto Neto

Dois projetos de mundo em confronto: uma análise de conjuntura para a classe trabalhadora

Consignado CLT: crédito fácil, juros abusivos e a falta de controle que penaliza o trabalhador
Nilton Souza da Silva, o Neco

Consignado CLT: crédito fácil, juros abusivos e a falta de controle que penaliza o trabalhador

CONCLAT em movimento
João Guilherme Vargas Netto

CONCLAT em movimento

Sem memória não há democracia
André Gato

Sem memória não há democracia

A importância dos trabalhadores na indústria da fabricação do etanol e o papel estratégico das organizações sindicais laborais
José Roberto da Cunha

A importância dos trabalhadores na indústria da fabricação do etanol e o papel estratégico das organizações sindicais laborais

Proteger os sindicatos é proteger o trabalhador; por João Carlos (Juruna)
João Carlos Gonçalves, (Juruna)

Proteger os sindicatos é proteger o trabalhador; por João Carlos (Juruna)

Juntos somos fortes!
Gleberson Jales

Juntos somos fortes!

Decisão final do STF sobre o Tema 935 (contribuição assistencial)
César Augusto de Mello

Decisão final do STF sobre o Tema 935 (contribuição assistencial)

Energia, Trabalho e Soberania: o Brasil que queremos construir
Eduardo Annunciato, Chicão

Energia, Trabalho e Soberania: o Brasil que queremos construir

Tarifaço, Empregos e a Resposta das Centrais Sindicais no Brasil; por Clemente Ganz
Clemente Ganz Lúcio

Tarifaço, Empregos e a Resposta das Centrais Sindicais no Brasil; por Clemente Ganz

Dois anos sem João Inocentini
Milton Cavalo

Dois anos sem João Inocentini

Metalúrgicos em Ação
Josinaldo José de Barros (Cabeça)

Metalúrgicos em Ação

Mercado de Trabalho: Avanços e Persistências; por Marilane Teixeira
Marilane Oliveira Teixeira

Mercado de Trabalho: Avanços e Persistências; por Marilane Teixeira

Indústria forte é Brasil forte!
Cristina Helena Silva Gomes

Indústria forte é Brasil forte!

Se está na convenção, é lei
Paulo Ferrari

Se está na convenção, é lei

1º de Maio reúne metalúrgicos por democracia e direitos
Força 1 MAI 2026

1º de Maio reúne metalúrgicos por democracia e direitos

O 1º de Maio e a luta pela redução da jornada
1º de Maio 1 MAI 2026

O 1º de Maio e a luta pela redução da jornada

Centrais destacam prioridades em anúncio nos jornais
1º de Maio 1 MAI 2026

Centrais destacam prioridades em anúncio nos jornais

Dirigentes das centrais sindicais convocam para 1º de Maio
1º de Maio 30 ABR 2026

Dirigentes das centrais sindicais convocam para 1º de Maio

1º de Maio: saiba onde vão acontecer eventos
1º de Maio 30 ABR 2026

1º de Maio: saiba onde vão acontecer eventos

1º de Maio: metalúrgicos SP vão defender empregos, direitos e democracia
1º de Maio 30 ABR 2026

1º de Maio: metalúrgicos SP vão defender empregos, direitos e democracia

Juruna fala ao Brasil 247 sobre 1º de Maio, jornada e eleições
1º de Maio 30 ABR 2026

Juruna fala ao Brasil 247 sobre 1º de Maio, jornada e eleições

CODEFAT debate seguro-desemprego e contas do FAT
Força 30 ABR 2026

CODEFAT debate seguro-desemprego e contas do FAT

Sindnapi participa de reunião do Conselho da Pessoa Idosa
Força 30 ABR 2026

Sindnapi participa de reunião do Conselho da Pessoa Idosa

Químicos de Americana elegem diretoria
Força 30 ABR 2026

Químicos de Americana elegem diretoria

Cadastro do 1º de Maio
1º de Maio 30 ABR 2026

Cadastro do 1º de Maio

1º de Maio: unidade, valorização do trabalho e luta por direitos
1º de Maio 30 ABR 2026

1º de Maio: unidade, valorização do trabalho e luta por direitos

1º de Maio: Lutar pelo fim da escala 6×1 e celebrar as conquistas da classe trabalhadora
1º de Maio 30 ABR 2026

1º de Maio: Lutar pelo fim da escala 6×1 e celebrar as conquistas da classe trabalhadora

Juros altos ampliam endividamento das famílias
Força 29 ABR 2026

Juros altos ampliam endividamento das famílias

CSPB reúne lideranças para formação política
Força 29 ABR 2026

CSPB reúne lideranças para formação política

Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos comemora 63 anos
Força 29 ABR 2026

Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos comemora 63 anos

Sintepav Bahia intensifica assembleias e alerta sobre uso de protetor solar
Força 29 ABR 2026

Sintepav Bahia intensifica assembleias e alerta sobre uso de protetor solar

Sindnapi promove baile dos idosos em Americana
Força 29 ABR 2026

Sindnapi promove baile dos idosos em Americana

Fenabor articula com governo contra concorrência desleal
Força 29 ABR 2026

Fenabor articula com governo contra concorrência desleal

28 de abril: Fenepospetro em defesa da saúde e segurança dos frentistas
Força 28 ABR 2026

28 de abril: Fenepospetro em defesa da saúde e segurança dos frentistas

Químicos reforçam luta por segurança no ato do Dia 28 de Abril
Força 28 ABR 2026

Químicos reforçam luta por segurança no ato do Dia 28 de Abril

Ato de 28 de Abril reforça luta por saúde no trabalho
Força 28 ABR 2026

Ato de 28 de Abril reforça luta por saúde no trabalho

Centrais fazem ato contra juros altos na Paulista
Força 28 ABR 2026

Centrais fazem ato contra juros altos na Paulista

Renosul e Bruma: Sintrabor garante adicional de insalubridade
Força 28 ABR 2026

Renosul e Bruma: Sintrabor garante adicional de insalubridade

Sintracon-SP fará palestra com Paulo Teixeira, ex-ministro de Lula
Força 27 ABR 2026

Sintracon-SP fará palestra com Paulo Teixeira, ex-ministro de Lula

Debate sobre redução da jornada e fim da escala 6×1 na Jovem Pan News
Força 27 ABR 2026

Debate sobre redução da jornada e fim da escala 6×1 na Jovem Pan News

Ato e Canto pela Vida mobiliza São Paulo no dia 26
Força 27 ABR 2026

Ato e Canto pela Vida mobiliza São Paulo no dia 26

Sinthoresp no 50º Campeonato Brasileiro de Coquetelaria
Força 27 ABR 2026

Sinthoresp no 50º Campeonato Brasileiro de Coquetelaria

Chapa 1 vence eleição no Sindicato dos Brinquedos SP com ampla maioria
Força 27 ABR 2026

Chapa 1 vence eleição no Sindicato dos Brinquedos SP com ampla maioria

Centrais farão ato amanhã (28/04) contra juros altos na Av. Paulista
Força 27 ABR 2026

Centrais farão ato amanhã (28/04) contra juros altos na Av. Paulista

Aguarde! Carregando mais artigos...