João Carlos Gonçalves, Juruna, Secretário-geral da Força Sindical falou com o Brasil 247 sobre a mobilização das centrais sindicais para o 1º de Maio, com foco na unidade nacional e na descentralização das atividades.
De acordo com o dirigente, a estratégia prioriza ações locais nos sindicatos, ampliando a participação da base e fortalecendo a conscientização política dos trabalhadores em todo o país.
Além disso, a pauta unificada da classe trabalhadora ganhou centralidade, reunindo reivindicações históricas como a redução da jornada para 40 horas e o fim da escala 6×1.
A entrevista também enfatizou a importância da Marcha a Brasília, que reuniu milhares de trabalhadores e consolidou propostas entregues ao governo federal e ao Congresso Nacional.
Outro ponto central foi o impacto das transformações no mercado de trabalho, marcado por terceirização, informalidade e crescimento do trabalho por aplicativos, sem garantias sociais adequadas.
O dirigente reforçou o papel dos sindicatos na defesa dos direitos e alertou para a fragmentação das categorias, que enfraquece a negociação coletiva.
A tramitação da proposta de redução da jornada no Congresso também entrou em debate, com destaque para a necessidade de mobilização popular para enfrentar resistências do setor patronal.
Por fim, a entrevista abordou o cenário eleitoral, ressaltando que a escolha de representantes comprometidos com a pauta trabalhista será decisiva para avanços nas políticas públicas.
Confira a entrevista completa:
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