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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
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Imprensa
Mulheres enfrentam desigualdades, ganham menos e trabalham mais
sexta-feira, 6 de março de 2020
Imprensa
Dados revelam que, no quarto trimestre do ano passado, as mulheres dedicaram às tarefas domésticas 95% a mais de tempo que os homens. Em média, foram 541 horas a mais por ano, cerca de 68 dias trabalhados em uma jornada de oito horas dedicadas apenas a tarefas do lar. Se fosse um emprego de segunda a sexta, as mulheres teriam trabalhado três meses a mais que os homens.
Veja o estudo
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Desigualdade – No que diz respeito ao mercado de trabalho, os dados mostram que a diferença salarial persiste. As mulheres ganham em média 22% menos que os homens – a média é de R$ 2.495,00 dos homens, ante R$ 1.958,00 das mulheres. Entre as com ensino superior, a disparidade é ainda maior: elas têm renda 38% menor que os homens com a mesma formação, ou R$ 6.292,00 ante R$ 3.876,00.
Junéia Batista, secretária Nacional de Mulheres da CUT, diz que os dados sobre a diferença salarial ajudam a entender o crescimento da pobreza nos últimos anos. “Considerando que 40% das famílias são chefiadas por mulheres, remunerações menores do que a dos homens implicam diretamente nos níveis de pobreza das famílias", aponta.
O salário mais baixo se reflete no valor das aposentadorias. Como os rendimentos ao longo da vida são inferiores ao recebidos pelos homens, a contribuição das mulheres para a Previdência também é menor, o que impacta na aposentadoria. Em média, elas ganham 17% menos que os homens – R$ 2.051,00 ante R$ 1.707,00.
Para Patrícia Pelatieri, diretora adjunta do Dieese, o País ainda está longe da equidade de gênero no mercado de trabalho. Ela afirma: “Mesmo com escolaridade mais alta, as mulheres ainda têm menores salários e enfrentam mais dificuldades de inserção no mercado de trabalho”.
A pesquisadora lembra que no cenário doméstico a situação não é diferente. “Em casa a desigualdade persiste. A responsabilidade pelas tarefas domésticas e os cuidados familiares ainda recaem muito mais sobre elas, mostrando que persiste o desafio de melhorar o compartilhamento das atividades”, ela diz.
8 de Março – Para denunciar essa situação, neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, Centrais, Sindicatos, movimentos sociais e feministas promovem uma grande mobilização.
Mulheres ocuparão as ruas em várias cidades brasileiras, a fim de demonstrar a insatisfação com as medidas do governo, que impactaram a vida de milhões de pessoas, mas principalmente das mulheres negras, pobres e periféricas. Em São Paulo, o ato será na avenida Paulista, 1.853, a partir das 14 horas, no Parque Mário Covas.
Segundo Maria Auxiliadora dos Santos, secretária nacional de Políticas da Mulher da Força Sindical, as bandeiras deste ano serão a defesa da democracia e dos direitos. Ela afirma: “As reformas trabalhista e previdenciária só pioraram a situação das mulheres. E agora temos a MP 905, da carteira verde e amarela, que acarretará mais prejuízos à vida das trabalhadoras”.
Para a dirigente, a reversão do cenário só se dará por meio da conscientização. “Não adianta reclamar. Precisamos lutar e aprender a votar. Porque será através do Congresso Nacional que conseguiremos impor nossa pauta e mudar essa situação”.





























